domingo, 20 de setembro de 2009

Mais duas vagas

Mais uma vez haverá a oportunidade de o curso de economia da UFES suprir lacunas que ainda permanecem na formação do graduando. Parece que nessa semana serão votadas mais duas vagas para concurso de professores e essa oportunidade talvez não se repita por um bom tempo – por isso não pode ser desperdiçada.

Podemos dividir a espinha dorsal do curso de economia da UFES em algumas grandes áreas: história, economia política, métodos quantitativos, microeconomia e macroeconomia. Há várias outras disciplinas complementares importantíssimas, mas essas formam a base. Assim, são notórias as deficiências que se tem hoje em algumas dessas áreas básicas que um curso de economia deve oferecer, principalmente em Econometria, Microeconomia e Macroeconomia. A quantidade de professores (que não são especificamente da área) que revezam para dar as matérias, muitas vezes substitutos, é evidência da situação em que se encontram. Se a primeira é crítica por não existir nenhum especialista na área no departamento, as duas últimas não ficam atrás por terem, respectivamente, 3 e 4 matérias obrigatórias na grade curricular. Isso se não contarmos Organização Industrial, Economia e Administração de Empresas e Setor Público como correlacionadas à Micro e Economia Internacional e Contabilidade Social como correlacionadas à Macro. Se contarmos, então há um total de 12 (!) matérias que requerem um bom conhecimento das áreas de Micro e Macro (sem contar a Econometria como subsidiária a elas). O currículo do curso está disponível aqui.

A justificativa para votar-se em um professor de História e Desenvolvimento Econômico foi justamente essa: não havia alguém específico da área que pudesse dar a matéria, que é obrigatória na nova grade curricular. Esse é um argumento bom, justo, ninguém discorda. Mas há muitas áreas que estão carentes. Ora, se for para manter a coerência, e de fato buscar uma boa formação do aluno, por essa mesma linha de raciocínio não resta dúvida de quais matérias devam ser contempladas agora.

Para tanto, vejamos as outras áreas.

Na parte de História há as matérias de Formação e Desenvolvimento do Capitalismo, Desenvolvimento Sócio-Econômico, FEB I, FEB II e Economia Brasileira Contemporânea. Essa área já ganhou um ótimo professor recentemente e ainda receberá mais um com o concurso recém aprovado. Além disso, no departamento há outros professores com bastante experiência que lecionam(ram) uma ou outra matéria, tais como: Saade, Neide, Maria José, Vinicius, Adriano, Balarini etc. Só para citar os que recentemente deram alguma dessas matérias. Vê-se que há mais professores do que disciplinas obrigatórias.

A parte de Economia Política e HPE não está menos favorecida. Há Economia Clássica, Economia Política I e II. É uma área importante que já está bem servida com: Adriano, Carcanholo, Nakatani, Sabadini, Vinicius, Malaguti, Rogério etc. Também, já há mais professores do que disciplinas obrigatórias.

Quanto às outras matérias (tanto obrigatórias, quanto optativas – ou optatórias) há professores que podem ofertar praticamente todas, como Organização Indutrial I e II, Economia Internacional, Setor Público I e II, Matemática Financeira, Análise de Projetos, Matérias de HPE e Economia Política, Economia Agrícola, Economia Capixaba, Economia Institucional, Economia e Tecnologia, Economia Planificada...

Para não se estender muito, entretanto, vejamos logo as áreas específicas de Macroeconomia e Microeconomia (as básicas, de cunho mais neoclássico). Obviamente, pode-se colocar qualquer professor para dar essas matérias, inclusive substitutos – mas isso não é o ideal, tampouco alguém deve usar isso como argumento (se quiser manter a coerência). Específicos, em macro, há Saade, Ana Carolina (que está fora) e Alain (que está como coordenador do mestrado). Assim sobra efetivamente apenas um professor que é específico da área. Já em micro e econometria não há ninguém específico da área. E mesmo se contarmos com os eventuais professores que cobrem essa lacuna, não há professores suficientes para a quantidade de matérias, muito menos se contarmos que eles também devem orientar monografias, fazer pesquisa e ofertar optativas (quem vai dar contabilidade social, Macro 1, 2, 3 e 4, OI 1 e 2, Economia e Administração de Empresas, Introdução à Micro, Micro 1 e 2 e 3 e assim por diante?).

Um levantamento feito por Marco e Glauber, sobre o currículo lattes dos professores, evidencia, na minha opinião, sem sombra de dúvidas, onde há a carência de professores (levantamento no final do post).


Vale frisar, como já foi feito por João em diversos posts (1, 2, 3) que não se trata de disputa ideológica. Na situação atual, o aluno vai sair sem conhecer os modelos de Crescimento Neoclássico e como aplicar, por exemplo, a resolução de equações diferenciais para obter a trajetória temporal das variáveis do modelo, saber se o equilíbrio é estável ou não, a diferença entre o modelo de Domar e Solow... também não saberá como estimar quanto do crescimento do PIB brasileiro do último ano foi devido ao crescimento do progresso técnico... não se aprofundará na teoria do consumidor e da firma, informação assimétrica, ou em teoria dos jogos... e mesmo que ele não concorde com a matematização da economia, com o individualismo metodológico ou qualquer outra coisa, não será capaz de entender ou formular críticas aos modelos, apenas de repetir as críticas já feitas. O aluno não precisa se aprofundar nisso em sua especialização, mestrado, doutorado, mercado de trabalho, aí é escolha dele, mas precisa ver na graduação, ainda mais com o currículo que foi discutido e formado pelos próprios alunos e professores.


Não obstante, mesmo diante de clara lacuna, é possível que alguns professores não se atentem a essa necessidade e tentem o puxar a sardinha pro seu lado (seja qual lado for). E isso é mais do que natural. Mas, não é o ideal. E é nesse sentido que, acredito, deva atuar a representação estudantil. Essa discussão, pelo menos no tempo que estive aí, nuna esteve tão forte e, principalmente, tão disseminada entre os alunos. A oportunidade é de ouro, no total serão 4 vagas que, se tudo der certo, podem contemplar Economia Matemática, História, Econometria, Macro e Microeconomia, suprindo as áreas fundamentais e carentes do curso.

Depois de aprovadas, a luta será na formação da Banca e do programa, que devem ser formados de maneira rigorosa, escolhendo os mais aptos do departamento para a área e convidando um especialista notório de fora. A bibliografia mínima tem de ser de pós-graduação, como, por exemplo, Hayashi para Econometria e Mas-Colell e Jehle & Reny para Microeconomia.


Bom, segue abaixo a relação das áreas de atuação no Lattes de alguns professores. Acho que é autoevidente.

Abs.

Alain Pierre Claude Henri Herscovici

Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia / Subárea: Law and Economics.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia / Subárea: Economia da Informação.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia / Subárea: Macroeconomia.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia / Subárea: História do Pensamento Econômico.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia / Subárea: Economia da Cultura e da Comunicação.
Bolsista CNPQ de produtividade nivel 2

Alexandre Ottoni Teatini Salles

Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia / Subárea: Teoria Econômica.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia / Subárea: Economia Institucional.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia / Subárea: Economia Internacional / Especialidade: Globalizacao financeira.

Angela Maria Morandi

Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia / Subárea: Economia Industrial / Especialidade: Organização Industrial e Estudos Industriais.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia / Subárea: Economia Regional e Urbana / Especialidade: Economia Regional.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia / Subárea: Economia Industrial / Especialidade: Mudança Tecnológica.

Arlindo Villaschi Filho

Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia / Subárea: Economia Industrial / Especialidade: Mudança Tecnológica.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia / Subárea: Economia Regional e Urbana / Especialidade: Economia Regional.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia.

José Lazaro Celin

Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia / Subárea: Teoria Econômica / Especialidade: Economia Geral.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia / Subárea: Economias Agrária e dos Recursos Naturais / Especialidade: Economia Agrária.

Luiz Jorge Vasconcellos Pessôa de Mendonça

Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia.

Manoel Luiz Malaguti Barcellos Pancinha

Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia / Subárea: Economia Industrial.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia / Subárea: Teoria Econômica.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Epistemologia.

Mauricio de Souza Sabadini

Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia / Subárea: Teoria Econômica / Especialidade: Economia Política.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia / Subárea: Teoria Econômica / Especialidade: Economia do Trabalho.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia / Subárea: Economia Monetária e Fiscal / Especialidade: Teoria Monetária e Financeira.

Neide Cesar Vargas

Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia / Subárea: Economia do Setor Pùblico.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia / Subárea: Economia Regional e Urbana.

Paulo Nakatani

Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia / Subárea: Economia Monetária e Fiscal / Especialidade: Política Fiscal do Brasil.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia / Subárea: Economia Monetária e Fiscal / Especialidade: Teoria Monetária e Financeira.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia / Subárea: Economia dos Recursos Humanos / Especialidade: Trabalho Emprego e Mundo do Trabalho.

Reinaldo Antonio Carcanholo

Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia / Subárea: Economia Política

Ricardo Ramalhete Moreira

Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia / Subárea: Crescimento, Flutuações e Planejamento Econômico / Especialidade: Flutuações Cíclicas e Projeções Econômicas.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia / Subárea: Teoria Econômica / Especialidade: História do Pensamento Econômico.

Roberto Amadeu Fassarella

Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia / Subárea: Economias Agrária e dos Recursos Naturais / Especialidade: Economia Agrária.

Robson Antonio Grassi


Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia / Subárea: Economia Regional e Urbana.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia / Subárea: Organização Industrial e Estudos Industriais.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia / Subárea: Organização Industrial e Estudos Industriais / Especialidade: Mudança Tecnológica.

Rogerio Arthmar

Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia / Subárea: Teoria Econômica / Especialidade: História Econômica.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia / Subárea: Teoria Econômica / Especialidade: História do Pensamento Econômico.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia / Subárea: Teoria Econômica / Especialidade: Teoria Geral da Economia.

Rogerio Naques Faleiros

Grande área: Ciências Humanas / Área: História / Subárea: HISTÓRIA ECONÔMICA.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia.
Grande área: Ciências Humanas / Área: História / Subárea: História do Brasil.

Vinícius Vieira Pereira

Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia / Subárea: Economia do Bem-Estar Social / Especialidade: Economia dos Programas de Bem-Estar Social.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia / Subárea: Crescimento, Flutuações e Planejamento Econômico / Especialidade: Teoria e Política de Planejamento Econômico.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Economia / Subárea: Economia Monetária e Fiscal / Especialidade: Política Fiscal do Brasil.

147 comentários:

  1. Acho que se esqueceram da área de Mercado Financeiro e de Capitais!

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  2. Já?!

    Achei que essas vagas viriam só ano que vem... e falaram pra gente que nao podia cancelar o outro, ficaria anos sem concurso...

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  3. Realmente, esqueceram de colocar essas matérias no texto.

    Mas acho que a gente querer mercado financeiro agora eh ilusão! Ninguém lá vai votar nisso! Vamos pegar o basicão primeiro.

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  4. subárea... hahahaha palavra engraçada.

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  5. O seu tópico só falou o que todo mundo já ta "careca" de saber.

    Mas devo destacar que em seu ultimo parágrafo, você foi muito feliz na colocação.

    "Depois de aprovadas, a luta será na formação da Banca e do programa, que devem ser formados de maneira rigorosa, escolhendo os mais aptos do departamento para a área e convidando um especialista notório de fora. A bibliografia mínima tem de ser de pós-graduação, como, por exemplo, Hayashi para Econometria e Mas-Colell e Jehle & Reny para Microeconomia."

    Pela minha parte, fiquei muito decepcionado com a bibliografia do ultimo e polemico concurso.

    Você e todos outros colegas que estão tentando ou que fizeram a prova da ANPEC, estão aptos de acordo com a bibliografia, para fazer a prova de professor da UFES. Pois não havia nenhum livro, digamos "mais" avançado.

    Agora uma área que ninguém fala nada no curso, mas que tem igual ou ate mais monografia nesse período que Economia Política. É a área de MERCADO DE CAPITAIS.

    Não sabemos nada de Derivativos, nem muito menos sobre os tão badalados CDS. E digo mais, a maioria não sabe nem que o preço do petróleo que vemos no noticiário, na verdade é contrato futuro e não a vista.

    Agora se falarem que Vitoria não atrai ninguém que entende dessa área é mentira. Porque alem de ADM e magnífico curso de Ciências Contábeis tem alguns prof. dessa área só olhar as área da monografias deles que tem um cartaz em algumas salas.

    Agora, apesar de não ser intenção do curso preparar para anpec, a macro por exemplo é a disciplina que eu tenho menos dificuldade em resolver exercício.

    Já a parte de micro, sem nem mencionar a parte quantitativa ta pífia.

    Entrando em outros assunto ...

    Agora se você meu querido colega calouro, assim como eu, achou que economia você vai aprender sobre mercado de capitais, tenho a infelicidade de lhe informa q você sfd, assim como eu.

    E se quiser aprender alguma coisa, vai ter que gasta GRANDE parte do seu tempo devorando livros básicos, de autores como ELDER ate HULL. Lendo 5x à mesma pagina porque você não entende nada quando o autor usa de termos básicos, como: call, corner entre outros.

    E finalmente, quando você acha que sabe 1% de mercado de capitais, e tem desejo de fazer sua mono sobre esse tema. Você tnc mais ainda porque descobre que não tem ninguém para te orientar.

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  6. Agora, depois de ficarmos de olho em nos mesmo.

    Vamos ficar de olho nas propostas dos professores, vamos ver se algum grupo destes.

    Vai vir olhar quais sao os desejos dos alunos e formular o debate.

    Ou vai ser igual ao ultimo concurso ...

    Vamos torcer e rezar para que destas vez sejamos finalmente ouvidos.

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  7. Fábio, a gente acha que todos estão carecas de saber, mas às vezes parece que não estão. Vai que acontece alguma merda e não votam nem para econometria nem para microeconomia? Aí vocês tnc com mais força ainda!

    Acho que esse espaço está sendo útil para isso. Pode ter certeza que os professores estão lendo e as propostas das vagas de "Econometria" e "Microeconomia e Modelos de Crescimento Econômico" serão feitas.

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  8. E o que você falou é certo, não pode nivelar por baixo. A bibliografia tem de ser no mínimo de mestrado, já que vão exigir mestrado do cara.

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  9. Concordo Cinelli ...

    A perguntar que nao quer calar ...

    Cade o desenvolvementistas economicos na hora das palestras de densenvolvimento economico capixaba ??

    Agora vou ficar mais espertos com esses alunos que amam o desenvolvimento economico. Mas na palestras os coitados nao estao.



    O mais contraditorio foi de ver o nome da professora Angela Morandi como mais citado nas palestras. E a mesma é tida como inimiga do da diciplina por alguns alunos.

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  10. Cara, contradição é o que você mais vai ver aí.

    Mas não no sentido dialético. É aquela contradição que fere brutalmente a lógica formal hehe.

    Nem sabia que tinham falado isso, não sei de onde tiraram que a Ângela é contra a matéria de desenvolvimento econômico. Isso aí nem é contradição, é mentira mesmo.

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  11. @Thiago

    Você inverteu a lógica meu caro. Se tivessemos cancelado, possívelmente o Ministério Público suspenderia as contratações no departamento de economia e essas vagas que vieram tão cedo não poderiam ser utilizadas. Provando que a decisão da assembléia foi a mais CORRETA, ao meu ver, é claro.

    De qualquer forma, discussão que já passou.

    @Fábio

    Sobre mercado de capitais, bom, o departamento tem um concurso recente na área que é o do Ricardo Ramalhete. Cabe a você e aos demais alunos cobrá-lo para que ele dê a matéria, não existe outra argumentação.

    Sobre a Angela ser contra desenvolvimento econômico, bom essa eu nunca tinha ouvido mesmo. Sobretudo por que uma das linhas de pesquisa dela é Economia Regional! õ.o

    Vale lembrar que ela já escreveu um livro com o Haroldo que aborda essa questão (citado inclusive nas palestras).

    Abraços

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  12. Marco Antônio,

    Ricardo Ramalhete foi aprovado para lecionar disciplinas na área de Mercado de Capitais? Quem foi a banca? É só ver o currículo lattes dele...a especialidade dele não é nessa área, e sim na área de Macroeconomia. Exigir dele aplicar uma disciplina como Mercado de Capitais é forçar a barra, por mais que ele seja competente não será a mesma coisa de um especialista que, talvez já tenha trabalhado na área! Não adianta, para dar esta disciplina(Mercado de Capitais) é preciso EXPERIÊNCIA.

    Abraços.

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  13. Marco Antonio,

    Se nos fossemos cobrar dessa atual corpo docente que ministra-se somente as diciplinas que passaram em seus repectivos concursos ou que fossem especialista.

    Estavamos fudidos.

    Porque nao é somente ele que ministra uma diciplina, diferente daquela que passou no concurso.

    Mas vou conversa com ele.

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  14. ps.: nao estou fazendo campanha para area de mercado de capitais.

    Ate porque tenho a certeza que outras area ao meu ver mais importante estao precisando bem mais de professores que esta.

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  15. @Fábio & Thiago

    Justamente essa é a pergunta que tem que ser feita. Como alguém que não entende de mercado de capitais entra em um concurso para a área?

    Eu não lembro a banca de cor, mas vou averiguar a assim que souber posto aqui. Muitos dos problemas desse departamento passam por cobranças de alunos. Já vimos que se algo vai ser mudado aqui, não serão os professores quem irão ser a vanguarda desse movimento.

    Sobre esses fatos exdruxulos do departamento? Vou o que citar o Jerê falou logo acima:

    "Cara, contradição é o que você mais vai ver aí. "

    Abraços

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  16. Este comentário foi removido pelo autor.

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  17. Uma rápida observação.

    O comentário do Marcos nos obriga a ficar atentos a este concurso.

    Como pode, num concurso para uma área específica, ser aprovado um professor que não domina a área?

    Então, como já disse o Carlos, muita atenção na banca e na bibliografia.

    Você pode colocar que o concurso é para a área de econometria e cobrar como conhecimento um livro básico de "introdução à estatística".

    Deve ser rigorosa a temática da banca e a bibliografia. A bibliografia deve ser compatível com o que há de mais avançado na literatura da área.

    E hoje, um bom econometrista domina séries temporais. E avaliar ativos financeiros, seja na precificação ou estimação de volatilidade, exige bom conhecimento de séries temporais e recursos computacionais.

    Um bom econometrista no Departamento, pode não só suprir a formação em econometria, bem como análise de ativos financeiros (basta ver os trabalhos do professor Valderio Anselmo Reise, do departamento de estatística da UFES, para não dar um exemplo muito longe).

    Hoje, a macroeconomia ortodoxa é toda construída através de microfundamentos. A questão é entender como o comportamento otimizantes dos agentes pode gerar flutuações econômicas. Então, contratar alguém da área de macro, com conhecimentos em métodos recursivos, otimização dinâmica, DSGE, permitirá ao departamento ter um professor que domine macro e microeconomia profundamente.

    Hoje, a modelagem econômica vai de dois extremos absolutos.

    De um lado modelos bayesianos ou de VAR (vetores auto regressivos), onde todas as informações são extraídas dos dados. Não há teorização à priori. Os dados econômicos são selecionados, analisados, verificadas as relações de causalidade e daí se faz projeções e estimativas.

    No outro extremo, os modelos DSGE (Dynamic stochastic general equilibrium), em que a partir da teoria econômica são estabelecidas relações à priori, calculados alguns parâmetros e feitas inúmeras simulações.

    Entre estes dois extremos há inúmeras outras formas de modelagem e teorização.

    Somando a contratação de um professor na área de economia matemática, com conhecimentos profundos em otimização dinâmica e processos estocásticos, com um professor com efetivo conhecimento na área de econometria e séries temporais e outro na área de macroeconomia com microfundamentos, o departamento de economia da UFES poderá garantir pluralidade e boa formação, permitindo ao aluno estar em contato com o que há de mais avançado no estado da arte na área de economia.

    Basta ler os relatórios de inflação do Banco Central do Brasil, e consultar as notas técnicas. Lá eles usam modelos VAR, DSGE, etc.

    Então, seja para concordar com as metas de inflação ou discordar, temos que conhecer.

    Depois eu até comento sobre bibliografia. Hoje, na área de econometria, o foco deve ser em séries temporais e não em análise de regressão clássica (mas o conhecimento desta é imprescindível). E economia matemática, tem que dominar otimização dinâmica e conhecer processos estocásticos. E na área de macro, deve conhecer métodos recursivos.

    E os três devem saber programação. Minimamente programar em Matlab, S, Gauss ou algum similar como o R, Scilab ou Octave.

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  18. Ae marco, thiago e fabio, a área dele eh economia financeira. Que nao tem nada a ver com mercado de capitais. Nakata por exemplo tb fala de economia financeira auhahuah vcs nao vao obrigar nakata a ensinar derivativos?

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  19. mas esse naum eh o foco, o foco eh que vagas vamos querer agora e como exigir otimos profissionais para essas vagas.

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  20. é acho que tao viajando aí, não tem nenhum professor da ufes contratado para a área de mercado de capitais.

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  21. Para deixar o Fabio e o outro Thiago felizes, reafirmo o que disse joao:

    "Um bom econometrista no Departamento, pode não só suprir a formação em econometria, bem como análise de ativos financeiros"

    Então, econometria é duas vezes útil ao mesmo tempo!

    Para mim fechou em econometria e microeconomia.

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  22. Tive que rir com o Carlos Cinelli:

    "Aí vocês tnc com mais força ainda!"

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  23. Este comentário foi removido pelo autor.

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  24. Novamente, quase que repetindo tudo de novo.

    Deve ser feita a contratação de um professor de econometria, com conhecimentos de séries temporais (bibliografia minina: HAMILTON, J.D.. Time Series Analysis. Princeton: Princeton University Press, 1994).

    Quanto ao outro professor, que parece convergir para um de microeconomia, deve contemplar um professor que contemple dominio de modelos DSGE.

    Um exemplo é o professor Carlos Eugênio da Costa, da EPGE/FGV, ele é professor de microeconomia na EPGE e trabalha com macroeconomia microfundamentada (olhem o site deste curso que ele deu em Brasilia http://sites.google.com/site/carlosedacosta/in-portguese/financas-publicas e o site das aulas dele de microeconomia na EPGE http://epge.fgv.br/we/MD/MicroeconomiaI/2008?action=AttachFile&do=get&target=Micro_2008.pdf).

    Outros dois exemplos, mais próximos, são o Arilton Teixeira e o Bruno Funchal na Fucape. Trabalham com macroeconomia e dão aula de microeconomia.

    A questão que deve prevalecer, não é simplesmente contratar, é criar no curso um ambiente favorável à pluralidade e ao desenvolvimento de pesquisas na área de macroeconomia, séries temporais e financeiras e microeconomia aplicada.

    A contratação dos professores de economia matematica, econometria e micro, criam uma sinergia muito forte no curso.

    Então , repetindo o que o Carlos Cinelli já apontou, muito cuidado com a banca e com a bibliografia. Uma sugestão que eu dou: procurem o professor Valderio, do departamento de estatistica da UFES, sobre os modelos recentes de analise de séries temporais (econômicas e financeiras) e a literatura da área. Convidem ele para um seminário.

    Sobre microeconomia, repetindo, mesmo que fique cansativo, seria importante um que trabalhe com modelos macroeconomicos microfundamentados (pode parecer confuso isto, mas estou falando de professores que trabalhem com modelos DSGE, como o Carlos Eugênio). Um professor de economia matemática, também contempla microeconomia.

    E todo o cuidado e rigor com a banca e a bibliografia. Professores notáveis na área e externos à UFES são imprescindíveis, bem como bibliografia respeitável.

    Não pode ser um concurso de fachada.

    Sugestão de nomes e bibliografia, podemos contribuir depois.

    Outra coisa interessante, seria divulgar este concurso nos blogs pelo país, tentando atrair recem doutores.

    E só por curiosidade, olhem o que é o curso de economia politica da GRADUAÇÃO em economia da FGV/RJ (vejam que a preocupação do curso é "expor a relação existente entre instituições políticas e o processo de desenvolvimento econômico."):

    http://epge.fgv.br/we/Graduacao/EconomiaPolitica/2007?action=AttachFile&do=get&target=aula1_2007.pdf

    http://epge.fgv.br/we/Graduacao/EconomiaPolitica/2007?action=AttachFile&do=get&target=aula2_2007.pdf

    http://epge.fgv.br/we/Graduacao/EconomiaPolitica/2007?action=AttachFile&do=get&target=aula3_2007.pdf

    http://epge.fgv.br/we/Graduacao/EconomiaPolitica/2007?action=AttachFile&do=get&target=aula4_2007.pdf

    http://epge.fgv.br/we/Graduacao/EconomiaPolitica/2007?action=AttachFile&do=get&target=aula5_2007.pdf

    http://epge.fgv.br/we/Graduacao/EconomiaPolitica/2007?action=AttachFile&do=get&target=aula6_2007.pdf

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  25. Blz, mas a biblio e a banca sao a segunda luta, temos que ganhar a primeira!

    E essa é definir logo as áreas.

    E como o Fábio falou, acho que já todo mundo careca de saber quais áreas estão necessitadas...

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  26. São duas batalhas da mesma guerra:

    Definir áreas e banca/bibliografia.

    O que garantirá mesmo que o professor contratado na área domine os assuntos da área é a definição da banca e da bibliografia, que deve ser rigorosa.

    Então, as duas questões são imprescindíveis.

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  27. E vai ser uma batalha dura.

    Porque mesmo que todos estejam careca de saber, parece que nem todos concordam...

    E os pouco que não concordam são bem espertos e querem puxar a sardinha para o lado deles.

    Então, a questão não é a calvice de quem sabe. É garantir que as decisões sobre as áreas e bibliografia/banca, atendam às expectativas de quem quer melhorar o curso.

    Então, será uma luta e vigilância permanente.

    Primeiro área e depois banca e bibliografia.

    Mas os poucos que não estão carecas de saber ou não concordam com estas áreas devem saber desde o início que nós sabemos o que queremos e o que queremos.

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  28. Uau, surtei aqui quando vi a economia politica da FGV.

    Coisa de maluco, imagina a macroeconomia deles então?

    A gente tá na roça mesmo.

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  29. João,

    não há como separar VAR e estatística Bayesiana de modelos DSGE.

    Quando não são calibrados, uma classe de modelos DSGE pode ser validada usando VAR estrutural, bem como VAR bayesiano.

    E tenho minhas dúvidas que o Funchal trabalhe com macroeconomia..

    Em relação ao resto, concordo com vc..

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  30. Raphael, concordo com você.

    Mas o que eu digo de separação entra VAR/Bayes e DSGE, não é na relação instrumental. Você pode utilizar um no outro. A questão está na relação entre teoria e dados, e é isto que eu queria dizer.

    Falo dos modelos estritos. Onde modelos puramente VAR\Bayesianos são aqueles que deixam os dados "falarem", e os modelos DSGE, principalmente de cunho novoclassico, exige que cada parâmetro seja microfundamentado.

    E daí representarem extremos na relação com a teoria, mas usei a expressão "modelagem econômica", e ficou parecendo que um modelo exclui o outro, o que não é verdade.

    E me referia também ao debate sobre os parâmetros e economistas de água doce e economistas de água salgada, que se for feito na UFES muitos professores morrerão afogados.

    No caso do Funchal, ele não trabalha com macroeconomia, mas utiliza modelos de equilibrio geral, mercados incompletos, etc. no setor financeiro. (basta ver o tese premiada dele). O campo dele são modelos de equilibrio geral, mais no sentido Arrow-Debreu do que DSGE, mas eu acho que é uma abordagem mais interessante e ampla que a microeconomia "neoclassica tradicional".

    E resumindo Raphael, é que eu não queria discordar do pessoal que prefere um professor de microeconomia. Mas eu acho que seria melhor contratar um professor de macro com execelente dominio de modelos DSGE, juntamente com um econometrista que domine séries temporais.

    Iria dar uma sacudida no curso.

    E se alguém quiser dar uma olhada melhor nos modelos DSGE, econometria e bayes, olhem esta dissertação da UFRGS:

    http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/14996/000673808.pdf?sequence=1

    (leia a página 36-44 para ver a diferença entre estimação bayesiana e a estimação "tradicional")

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  31. Raphael,

    no post sobre o seminário "Perspectiva Libertária", você disse que estava a 2 mil km de Vitória, então você está estudando onde? No CAEN/UFC ou no PPGE/UFRGS?

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  32. UFRGS... Eu conheço o Luiz, e ele apresentou a dissertação dele pra turma. Desse trabalho, ele tirou um artigo (junto com o Porgugal e o Laurini) que foi aceito no Economic Modelling.

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  33. Aqui mas o pessoal que ainda está lá tá lendo aqui?

    Taí duas sugestões boas:

    - Econometria/Séries Temporais

    - Macro com DSGE

    Essa ideia de divulgar nos blogs de economia eu boto mta fé. Vai ser viral. Acho que a notícia se espalha rápido.

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  34. Acho que geral tá lendo sim.

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  35. Galera, vamo combinar aqui que comentário não pode passar de 10 linhas, porque fica sacanagem para ler.

    Dividir em vários dias para ler 1 comentário tá foda!

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  36. Decidimos, numa reuniao bastante proveitosa.

    1 - econometria / micro

    2 - macro / setor publico



    Ou seja, um professor que tenha conhecimento bom em micro e econometria. Particularmente até melhor. Forca o novo prof. a saber matematizar a micro.

    Um concesso para suprir a parte de macro e setor publico. Esse sim, deve ser dificil de encontrar.



    Ai fizemos uma segunda prioridade para



    1 - econometria / micro

    2 - macro

    Parabens a todos que foram na reuniao.

    Acabo?

    Logico que nao. Agora forcarmos uma banca que passe o melhor candidato e um bibliografia de nivel de prof. de uma Universidade Federal.

    Agora eu tenho pensamento que setor publico 2 e politica economica sao importantes. Mas ainda é um luxo assim como é luxo alguem na area de derivativos e a matematica internalizada.

    Penso que agora as lacunas do curso (materias ECO) foram estintas se contratarem esses 2 professores.

    E posteriormente vamos para mais debates.

    Novamente Parabens aqueles que estavam presentes, pela transparencia da reuniao.

    Apesar de ficar triste com a presenca sempre das mesmas pessoas.
    Alunos que nao fazem nada a tarde poderiam muito bem estar lá e nao estavam.

    xDDDD

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  37. ae, q bagunça...

    a estatística é econometria certo?
    e de onde saiu essa "setor público"?

    Acho q vcs inverteram

    Era melhor colocar

    - macro/econometria
    - micro avançada/setor público

    mas entao, pelo que entendi, se tiverem as seguintes opções para escolher:

    - micro/econometria
    - macro
    - setor público

    então os representantes vao ter que votar em micro/econometria e macro. Certo?

    O ideal é sugerir aos professores colocarem como vagas:

    - micro/econometria
    - macro/econometria

    Pq aí vcs vao pegar dois caras fodas que podem dar qualquer matéria, inclusive setor público, política econômica, mercado de capitais.


    Agora a biblio, tem que ser de fuder.

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  38. Anônimo se você é aluno atualmente tu deveria ter ido na assembléia e colocado sua proposta , que para mim é muito valida. Agora ficar criticando em blog não vale a pena, né meu amigo.

    Se você já estiver formado, peço desculpas.

    Então o que aconteceu, foi tem um grupo de alunos que querem a disciplina setor publico. Houve então uma proposta que englobasse todos nossos desejos macro micro econometria e setor publico. Que é a proposta com maior prioridade maior.

    Só que, talvez não seja possível a contratação desse profissional ,então, fizemos a 2° prioridade que fico econometria/micro e macro.

    A respeito do porque não micro/setor publico. Alguns alunos falaram que o setor publico da Neide é voltado mais para parte micro (eu não sei, porque não fiz a matéria ), mas ela esta na grade micro.

    E querem que esse profissional oferte a disciplina política econômica. Nada melhor que alguém da macro (penso eu).

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  39. Acho extremamente válida a discussão ocorrida.

    Mas vou falar algo que talvez crie discordância, mas depois eu explico melhor. Pode até criar polêmica, mas aceito opiniões contrárias.

    Não é o melhor caminho pensar em termos de disciplinas que o tal professor poderá dar. Isto cria uma certa confusão e aí o debate fica em fazer continha sobre onde está faltando e sobrando professor.

    Penso que o departamento de economia da UFES deveria contratar professores ortodoxos. É isto.

    Professores que dominem o instrumental matemático, estatístico e econométrico. Conheçam, estudem e tenham escrito sobre aplicações de ponta em macro e micro ortodoxa.

    Contratar um professor não pode ser apenas para cumprir lacuna de disciplina. Ele é também um orientador, um pesquisador e um extensionista. A pergunta a ser feita não é que disciplina precisa de professor, mas que área do curso precisa de orientação e referência. E hoje não há nem referência nem orientação ortodoxa.

    Para garantir o direito de escolha ao aluno e o pluralismo, é preciso permitir a existência de professores que sejam ortodoxos de formação e que desenvolvam a formação ortodoxa nos alunos, caso eles queiram ter.

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  40. Eh isso ae fabio, pelo menos tudo foi discutido com antecedencia, nao foi que nem na outra vez!

    Agora, pode deixar que a gente vai ficar de olho na banca e na bibliografia. Gostaria ateh de pedir sugestoes pro pessoal formado aqui. Podem deixar que pelo menos eu vou encher o saco de todo mundo lah huahuahuauhauh

    A discussao foi valida sim!

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  41. Concordo com o último comentário do João.

    Um curso auto-declarado "plural" deve contar tanto com professores ortodoxos quanto heterodoxos, em número e em qualidade. Não consigo (sinceramente) me lembrar de professor algum do Departamento de Economia da Ufes que pesquise e contribua com trabalhos seja em micro ou em macro mainstream. Corrijam-me se estiver enganada. Isso é pluralidade?

    Além disso, ultimamente tenho pensado muito a respeito do que as pessoas acreditam ser, na prática, um "curso plural" ou um "curso heterodoxo". Como deve ser denominado um curso que só transmite a crítica? Com o mainstream muito mal dado, logo de cara menosprezado pelos professores que lecionam as disciplinas instrumentais básicas? E deixo uma reflexão para os calouros (ou pós) que caem nesse papo, como eu caí: Se tudo que vem do mainstream é bobeira, ingenuidade ou má-fé (como ouvi isso...), como justificar essa denominação? Mais importante, o que significa mainstream e quais forças o mantêm? Interesses políticos e financeiros de pessoas ruins (só rindo, né...)? Como criticar aquilo que você não conhece? Não digo dominar, mas ter uma vaga idéia do que seja.

    [ Pausa para historinha-memória-pesadelo:

    Lembro-me de ter feito uma pergunta simples em uma dessas disciplinas e ter ouvido como resposta, de um(a) professor(a): "Sim, mas não se preocupe com isso, pois é apenas teoria... Na prática, nada disso que estudamos ocorre. Você vai entender melhor quando cursar a disciplina X." (a que trazia a crítica).

    (!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!)

    Na hora, pensei ter perguntado algo absurdo. Tempos depois, descobri (a duras penas) que, na verdade, o(a) professor(a) não estava capacitado(a) para dar uma resposta, com suficiente segurança e qualidade, à minha pergunta, e fugiu feio pela tangente. Isso é pluralidade? ]

    Já conversei a respeito com Jeremias, mas reitero aqui. Não acho uma boa essa de delimitar demais as áreas do concurso, no estilo "Microeconomia com ênfase em Y", ou "Macroeconomia com ênfase em Z". Sou favorável a deixar um bom programa e uma bibliografia coerente falarem por si próprios. É inadmissível que um profissional, com a titulação mínima exigida em um concurso nesses moldes, não tenha suficiente conhecimento de Micro, Macro e Econometria.

    Falei mais do que pretendia. Mas espero ter contribuído de alguma forma para o debate.

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  42. Olha, concordo que o departamento deve sim, contratar um professor ortodoxo. Por tudo aquilo que foi comentado ai em cima.

    Mas como que iremos fazer edital do concurso?

    Se vai contratar um ortodoxo ou marxista, ai vai da banca.

    Agora João, sobre seu comentário, eu achei pertinente. E se surgi uma pessoa que nem a que você referiu, com certeza, vai passar no concurso. E seria ótimo para todos os alunos.

    “Ele é também um orientador, um pesquisador e um extensionista. A pergunta a ser feita não é que disciplina precisa de professor, mas que área do curso precisa de orientação e referência. E hoje não há nem referência nem orientação ortodoxa.”

    Justamente, a intenção é esta. O sonho de todo mundo. Não temos ninguém em econometria dentro departamento no momento. Nem muito menos, alguém da micro e macro ortodoxo.

    Mas o curso tem lacunas, e na minha opinião, é preciso preenche-las, antes de mais nada. Macro IV ta ae!!! E não quero que meus colegas fiquem sem professor. E nem muito menos que eu mesmo fique sem professor de econometria.

    Agora a respeito do que a Mariana falou em ultimo parágrafo ela tem que explicitar melhor essa idéia.

    Mudando de assunto, eu to tendo dificuldade terrível neste período, tanto em OI como em Macro III. Por causa do meu pouquíssimo conhecimento nesta teoria. Que não é exigido dentro da grade. Como posso aprender a critica se não conheço a idéia original.

    E fizeram novamente uma reunião marcada as pressas.A idéia que eu tenho e alguns alunos concordam é de mais debate entre os professores sobre a área.

    Mas fazer o que ...

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  43. A intenção em escolher a área de Econometria conjugada com Micro é exatamente essa, de buscar alguém que além de dar Econometria saiba também passar Micro com uma abordagem ortodoxa mais matemática.
    Me parece que dessa maneira seria dificil montar uma bibliografia do concurso que fuja desse intuito.

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  44. "Como posso aprender a critica se não conheço a idéia original."

    É justamente isso, Fábio. Ninguém aí conhece...

    Se você quiser fazer uma mono aplicando econometria vc tá no sal. Isso é absurdo cara!!!

    O governo do estado tá aí gastando rios de dinheiro em educação, trânsito, combate às drogas, à violência... e NINGUÉM da graduação em economia da UFES está pesquisando para saber os efeitos disso! Ninguém aí vai te orientar em como coletar dados, tratá-los, rodá-los para fazer um paper sobre isso!

    Para Macro, por exemplo, vocês tem que pegar alguém que que domine a microfundamentação macro, domine os modelos de crescimento econômico.

    O cara tem que ir aí e dar uma aula sobre crescimento vendendo a idéia, trazendo os modelos e os papers do assunto, trazendo as contribuições do Douglass North, do Paul Romer, Lucas, Barro, Nordhaus, Phelps. Tem que saber novos keynesianos, como pequenos custos de menu, microfundamentação na conc imperfeita e saber novos clássicos, ciclos reais, expectativas racionais etc.

    Assim, o cara de macro tem que saber muita micro. Ele vai ser útil para todo mundo.

    Se vocês pegarem um sujeito qualquer que só sabe IS-LM e sabe alguma coisas de finanças públicas, vai ser mais um enrolão picareta que critica tudo mas não pesquisa e nem te ensina nada sério.

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  45. E novamente, que nem o João disse. A blogosfera econômica é vasta. A gente divulgando um concurso bom e sério pela net muita gente vai ficar sabendo!

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  46. Olá, pessoal,

    Não costumo participar muito das discussões. Eu também já formei, mas recebo os e-mail do caleco e achei legal o debate que está acontecendo aqui.

    Não li todos comentários (são enormes), mas recomendo o professor Carlos Eugênio (FGV-RJ)para caso escolham Macro - Setor Público.

    O cara é fera, não tem como dar errado.

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  47. Só para vocês terem uma idéia, ele dá aulas na ESAF, participa sempre das comissões da ANPEC, entre outras atividades.

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  48. Este comentário foi removido pelo autor.

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  49. mas acho que ele não está no Brasil, ele iria realizar pos doutorado no MIT.

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  50. No edital, é possível especificar a área e a sub-área. E também definir o formato do concurso.

    Mas o que vai definir o professor é a bibliografia. Um tema geral, só deixa de ser geral quando é definida a abordagem.

    Coloca esta bibliografia abaixo e você terá um ortodoxo com certeza

    Blanchard, Olivier J. & Stanley Fischer (B&F). Lectures in Macroeconomics. Cambridge, Mass.: MIT Press, 1989.

    Romer, D. “Advanced Macroeconomics”, McGraw-
    Hill 2001

    Lars Ljungqvist and Thomas J. Sargent. Recursive Macroeconomic Theory. M.I.T. Press, 2004.

    A. Mas-Colell, M. D. Whinston, and J. R. Green. Microeconomic theory. Oxford University Press, New York, 1995


    Barro, Robert J. e Xavier Sala-i-Martin (1995). Economic Growth. Nova York: MacGraw-Hill

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  51. Vão acabar contratando mais dois heterodoxos que não sabem nada de nada.

    Os professores vão enrolar os alunos, que vão achar que sabem o que é melhor para o curso, e lá vão mais 2 vagas perdidas...

    Vi que tem um monte de professor novo desde que eu saí do curso, mas parece que ele piorou.

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  52. Nao... o curso está melhorando sim!

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  53. Acho que uma coisa que melhorou bastante, é a postura dos alunos.

    Hoje eu percebo que os alunos não estão aceitando qualquer coisa que os professores digam.

    E muitos alunos estão construindo o próprio caminho.

    Antes você percebia só depois de formado algumas lacunas do curso, hoje é durante a graduação que isto é percebido.

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  54. venceram as áreas de econometria e métodos quantitativos!!

    agora a gente tem que ficar no pé da ANA e dos dois profs de fora! Pra fazer um concurso excelente!

    é hora de divulgar isso pra todo mundo! vale ressaltar é para mestre, mas doutor pode participar e ganha salário de doutor logo depois que entra.


    PS: isso apesar de alunos do PET (vcs sabem quais...) terem afirmado repetidamente que os alunos tinham "fechado com setor público"! Apesar do resultado da assembleia mentiram na frente dos professores!

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  55. A reunião do departamento decidiu por estas áreas?

    É isto? É formal a decisão?

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  56. Nossa, que legal!!

    Quem será a banca?

    Poxa, o curso está mudando mesmo!

    É só fazerem direitinho que vai dar tudo certo!

    Beijos!

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  57. Prezados,

    Como professor substituto do depto. de economia da ufes, participei da reunião de hoje como ouvinte e fiquei estarrecido com o comportamento de alguns professores e principalmente dos representantes estudantis. Vergonhoso! O resultado foi interessante para o curso: Econometria e Métodos Quantitativos. Está última é fundamental para dar uma base para econometria, pois cursar esta disciplina sem conhecimentos básicos de matemática e estatística é dar tiro no escuro! Até eu fiquei com vontade de fazer essas disciplinas, visto que elas são fundamentais tanto para se trabalhar no setor privado como para publicar textos.

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  58. Que interessante!

    Então, o foco agora tem que ser pressão na banca para:

    em econometria, dar um tratamento bem avançado, principalmente em séries temporais. Daí pode até colocar temas de econometria e finanças, para satisfazer o pessoal que nem o Fábio.

    em, Métodos Quantitativos, abrangir tanto a economia matemática quanto a est e a econometria, mas dando maior ênfase à economia matemática, visto que já virá outro profissional expert em econometria!

    Valeu!

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  59. Eu estou fora, e para opinar melhor, gostaria de saber qual é o perfil do outro professor de métodos quantitativos. Ou do edital do concurso dele.


    Savio,eu achei que você tivesse ido para a Dinamarca.

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  60. O outro é "teoria econômica e economia matemática".

    Mas tem varian na bibliografia e cai até "dinheiro em marx"....

    Tiveram 12 inscritos, vamos torcer para que entre alguém bom.

    Na minha opinião essa vaga de "métodos" tem que ser diferente, a bibliografia tem que ser pesada e tem que ser aplicada à economia (cobrar a matemática aplicada à questões de micro e macro). Então na minha opinião tem que abranger economia matemática e um pouco de econometria tb.

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  61. Pessoal,
    Fiquei sabendo que o prof. Vinícius escolheu dois professores "de fora" para compor a banca no próximo concurso na área de quantitativa.
    REALMENTE precisamos ficar de olho nesta banca porque o que vem do Vinicius é furada, para não dizer fraqueza!Imaginem quem devem compor a banca indicado por ele... Doutor na "Análise da regressão linear por MQO dos preços relativos na Alemanha no século XIX".Duro foi ouvir o Vinícius falar que aprendeu matemática com o Carcanholo...lamentável!
    Peço a todos que unam-se para certificar, antes de acontecer o concurso, os currículos lattes de cada professor indicado!

    E para fechar, esse concurso com dois professores na área quantitativa só foi possível graças ao Leonardo da Vinci(quero, inclusive, deixar o meu muito obrigado e claro: meus PARABÉNS!)
    O rolo compressor passou por cima da mão amiga, ou num cenário de guerra, como muitos diriam...foi o "fogo amigo"!

    O que não pode acontecer, agora, é querer anular a reunião e fazer-se outra, porque isso sim, seria uma falta de responsabilidade, sem falar na vergonha, falta de ética...

    Abraço a todos!

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  62. Mas por que anular a reunião? Houve alguma irregularidade?

    Quem foram os professores indicados para a banca?

    Alguém poderia colocar as informações aqui e no orkut!

    Valeu leonardo da vinci!!!

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  63. João,

    Optei por não ir para a Dinamarca fazer mestrado por 2 motivos: 1) falta de incentivo financeiro (rs); e 2) e acabei identificando que o curso lá está muito mais para a área de Business do que Economia. Então, preferi fazer Anpec e como não estudei nada (já trabalhava na época), acabei entrando na Ufes. Mas não me arrependo, pois apesar das deficiências que ainda tenho em Métodos Quantitativos, Micro e Macro, tenho conseguido boas publicações com o Robson e sinto que tenho evoluído como professor. Tenho muito que melhorar e falhas para corrigir (doutorado no Cedeplar, quem sabe; lá desenvolvimento econômico é discutido com seriedade), ai sim talvez eu consiga entrar na Ufes como efetivo e ajudar esse curso a melhorar.

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  64. Não pode ser permitido um concurso de fachada.

    Tem que ter objetividade e coerência. Se a área é econometria, banca e bibliografia de econometria.

    Se a área é metodos quantitativos, banca e bibliografia de métodos quantitativos.

    Lembrando, que o tal professor deve ser capaz de entender e explicar o que está sendo produzido na atualiade.

    Econometria hoje, seja estudando na Unicamp, UFRJ ou FGV, ele aprende a trabalhar com séries temporais (VAR, AR, MA, ARMA, ARIMA, SARIMA, ARFIMA, ARCH, GARCH, etc)

    E na área de métodos quantitativos, ele deve entender de modelos de otimização dinâmica (calculo de variações e controle ótimo). E conhecer um pouco de DSGE.

    Não pode permitir que alguns tentem entrar pela janela.Colocar um concurso na área de matemática e cobrar "dinheiro em Marx" é descabido.

    E para a banca, convidem o Marcelo Portugal da UFRGS, por exemplo.

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  65. Cara, não to entendo a maioria dos comentários aqui.

    Os alunos tinham "fechado" em Assembleia por Econometria e Macro!

    E todos estão felizes com Econometria e Metodos, considerando que o professor de Economia Matematica e Teoria Economia seria para essa "matéria" no curso.

    Mais uma vez, deu merda.

    E me senti completamente frustado com a postura de professores de ambos os lados, digo isso pelo que ouvi falar (que não foi pouco hoje). Porra, a guerra politica e clientelista tem q ficar de fora dessa merda e tá na hora de decidir sério!

    ...

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  66. Aprendeu matemática com o Reinaldo?

    O Reinaldo fez uma tentativa de solução para o problema da transformação dos valores em preços de produção, que ninguém concorda ou é citada em nenhum artigo.

    A dedução dele é mais ou menos assim:

    valores:

    2+2=4

    Preços de produção

    2+2=5

    Aí você pergunta: o "resultado não está errado"? E ele diz: "não, é que você está diante de um paradoxo, todo mundo acha que 2+2=4, mas só quem entende a dialética corretamente na perspectiva de Marx, consegue perceber que 2+2 pode ser 4 mas também pode ser 5."

    E aliás, a dedução dele supõe composição orgânica do capital fixa, aí é moleza...

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  67. Glauber! Não deu merda!

    A gente precisa de econometria, macro e micro, certo?

    Imagina se tivesse ganhado setor público? A gente ficaria sem os dois últimos...

    Agora, métodos quantitativos, desde que a banca faça as coisas direito, vai contemplar macro e micro! Logo, foi de acordo com o que decidimos em assembléia. O voto do Leonardo da Vinci foi correto!

    Como não tinha "macro/setor público", e a segunda opção era "macro", a mais próxima dessa era "métodos".

    A idéia não é pegar um matemático, mas sim um economista que domine os modelos econômicos e os métodos para resolvê-los.

    E não se iluda com esse prof de "teoria econômica e economia matemática".

    É só olhar a bibliografia. Lógico, podemos dar sorte de pegar alguém muito bom em métodos quantiativos, mas seria sorte. Pela bibliografia pegaremos alguém com razoável conhecimento de micro e macro, mas o que também é bom, vai suprir lacunas.

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  68. Se souberem montar a bibliografia, o professor de métodos pode ser fera em macro.

    Uma bibliografia que contemple otimização dinamica (calculo de variações, controle ótimo e programação dinâmica) permite que alguém que domine macro ortodoxa participe do concurso.

    A montagem de uma boa banca e bibliografia permite isto.

    Assim como o de econometria pode ajudar em mercado de capitais.

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  69. huhuhu!

    Surpresa total! Muito bom!

    Mas, afinal, quem foi escolhido pra banca?

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  70. NÃO TINHA?

    QUEM TE FALOU ISSO?

    PARA DE JOGAR PALAVRAS AO VENTO!

    TINHA SIM:

    1 . ECONOMETRIA
    2 . MACRO/SETOR PUBLICO
    3 . METODOS

    E DECIDIU 1 e 3!

    PELO AMOR DE DEUS. NÃO SABE OQUE TÁ ROLANDO NÃO DÁ O PLAY!

    REPITO!

    OS DOIS "LADOS" FORAM RIDICULOS!

    O PENSAMENTO DESSA GALERA AE, VISTO OQUE ACONTECEU HOJE, NÃO PASSA DE UM PALMO DA FRENTE DA TESTA!

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  71. O pensamento de que galera?

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  72. Velho!

    Tá foda, nego ae é muito volúvel (que muda muito facilmente).

    Tem gente aqui que tudo está bom, desde que esse bom seja o que o Lado X quer ou Lado Y.

    PORRA. O LADO CERTO é o XY = ESTUDANTES!

    Para de pensar que se você concordar com tudo que um professor fala ele vai te aprovar no Mestrado, ser seu amiguinho no bar!

    CARALHO!

    TAH FODA!

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  73. E quem foi escolhido para a banca? Ninguém sabe não?

    Acho que agora o mais importante é isso não?

    Não to entendo glauber, que aqui é volúvel? Eu gostei do resultado, nao conheco nenhum professor pessoalmente, nao desejo ser amigo de ninguem e ateh fico triste pensando em quem vai me orientar para monografia.

    Tomara que entre professores bons...

    De quem vc tah falando ai? De mim nao eh concerteza. Eu nem sei quem eh lado x lado y. Eu acho que se essas vagas forem trabalhados de maneira direita, vamos ter profs para micro, macro, estatistica, setor publico, politica economica etc

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  74. Sobre a banca, 1o quero conversar com alguns professores para depois formar minha definida opinião, mas adianto-lhes que os nomes ao verificar o Lattes fiquei bastante ASSUSTADO!

    Até amanhã.

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  75. E eu nao acho que tudo esta bom, tanto que quero saber quem vai estar na banca, para dar uma googlada.

    pode ser que seja um concurso fachada ridiculo e tudo continue como antes... mas pode ser que nao...

    e que profs ganharam afinal? falaram que o vinicius que indicou a banda aih...


    assustado de bom ou de ruim!??

    passa os nomes pra gente pesquisar tambem....

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  76. Não estive presente na reunião, mas acho que três coisas são importantes:

    1. o resultado final foi bom

    2. a decisão dos estudantes não é a mesma do departamento

    3. e deve ter acontecido muita tensão e negociação na reunião do departamento.

    O resultado final não comprometeu os objetivos iniciais.

    Agora, quem participou poderia esclarecer mais as dúvidas.

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  77. desculpa os erros de ditacao

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  78. Marco e Eu estamos preparando um texto para esclarecer tudo ... amanhã. Estamos primeiro ouvindo todos os lados possiveis!

    Ninguem quer falar besteira antes de saber de tudo certin!

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  79. Este comentário foi removido pelo autor.

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  80. Mas Glauber, queria entender, na sua visão, como os futuros professores de metodos e econometria podem atrapalhar os objetivos dos alunos?

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  81. @João

    Sendo bem sincero e pragmático

    1º O resultado final NÃO foi bom e hoje foi o cúmulo do circo de horrores que acontece no departamento.

    2º "a decisão dos estudantes não é a mesma do departamento" q q vc quis dizer com isso? Eu entendi que vc percebeu, assim como eu, que NINGUÉM estava preocupado com a proposta que os alunos gostariam de aprovar.

    3º Correto e errado. Você está certo, a reunião foi MUITO tensa, possivelmente a mais tensa que eu já vivenciei no departamento. Que não passe nem por um segundo que a palavra NEGOCIAÇÃO passa sequer PERTO do departamento de economia.

    Pretendemos dar mais esclarescimentos amanhã. Hora de dormir folks.

    Boa noite ae, pelo menos pra quem conseguir...

    Ps.: Professor Sávio, eu sou repreesntante e o seu comentário me ofendeu profundamente. Se o comportamento de algum representante estudantil foi "estarrecedor" por favor seja mais especifíco. Esse tipo de comentário não constrói nada e afirmações desse calão tem que ser levadas mais a sério, afinal eu sou representante e levo a sério essa função. Ademais generalizar o comportamento de todos é algo que destrói totalmente o trabalho daqueles que tentaram fazer diferente.

    No mais, não tiro sua razão de ter tido essas impressões a reunião foi um "banho de sangue" e poucos/as (tanto professores de ambos os "lados" quanto alunos) ficaram de fora do mesmo.

    Compartilho do estarrecimento, mas acredito que por motivos diferentes.

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  82. Marcos,

    espero amanhã entender porque métodos e econometria são tão prejudiciais ao curso.

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  83. tem gente querendo se valorizar demais aí...

    ficando indignado, para aparecer bem na foto.

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  84. Sem querer ser pessimista... Mas acho que a "vitória" de hoje, apesar de merecer, sim, comemorações, ainda foi pequena. Cabe a vocês, alunos, acompanhar de perto a seleção dos professores que irão compor as bancas e a escolha das bibliografias.

    Além disso, é bom ressaltar que a prova didática (não sei se é esse o nome correto, me refiro à parte da prova em que os candidatos têm de dar uma aula curta sobre determinado tópico) é ABERTA AO PÚBLICO. Portanto, compareçam em massa!!! É o futuro de vocês que está em jogo!

    Reforçando o comentário do João, o Prof. Marcelo Portugal, da UFRGS, é um grande nome a ser considerado, além, é claro, do Prof. Flávio Augusto Ziegelmann, do mesmo centro.

    Aqui na UnB há inúmeros professores excelentes de Econometria e Métodos Quantitativos, como, por exemplo, Profa. Maria Eduarda Tannuri-Pianto, Prof. Rodrigo Peñaloza, Prof. Ricardo Araujo, Prof. José Guilherme de Lara Resende, Prof. Daniel Cajueiro, entre outros.

    Coloco-me à disposição para o que for necessário, e faço parte do grupo que, apesar de desvinculado, ainda torce para que dias melhores cheguem para o Curso de Economia da Ufes.

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  85. É, quero entender também Marco!

    Por que o resultado não foi bom? Não foi bom para quem?

    As vagas foram boas, se não foi bom então é pq tem problema na banca... quem sugeriu a banca e quem apoiou a sugestão? Ainda há tempo de mudar a banca se ela estiver ruim?

    Com relação às vagas, acredito que se você passar uma lista nas salas perguntando quem está satisfeito, mais de 80% estará. Essas vagas contemplam tudo o que a gente está precisando, micro, macro, estatística e economia matemática. Quem vai achar isso ruim?


    Os professores podem não estar preocupados com os alunos. Mas fazer o quê? Pelo menos demos sorte!

    Agora é ficar de olho na banca!

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  86. não tem bagunça, só um bom debate.

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  87. Essa notícia é muito boa!

    Eu esperava que ganhasse qualquer coisa menos isso. Muito legal!

    Não entendo porque tem gente preocupada com o resultado... a gente ta precisando de professores dessa área mesmo

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  88. eu tb quero entender a razão do protesto.

    ou diz pq eh ruim, ou vai parecer que quer se passar por vitima, dizendo que o departamento eh dividido, tem muita briga, etc, etc, etc.

    não adianta, chorar pq tem briga ou divisao no departamento. cada lado puxa a sardinha para o seu lado.

    pq o resultado e ruim, espero explicacao.

    naum adianta chorar pq o departamento eh dividido, todo mundo esta careca de saber disso.

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  89. Para mim o resultado eh melhor do que outro. Um profissional com ótimos conhecimentos de métodos quantitativos pode dar macro, micro, política econômica, economia matemática, setor público e por aí vai... jah o contrario nao acontece...

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  90. eu soh sei que quando questionaram o resultado do outro concurso alguns alunos e prof falaram

    "jah votou, nao tem mais jeito"

    vcs sabem quem...

    entao agora eles tb tem que falar isso

    "jah votou, nao tem mais jeito"

    eles nao moveram uma palha para alterar o resultado da outra votacao, se moverem para alterar esse aih tudo vai ficar claro...

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  91. Sinceramente, confesso que as materias contempladas foram boas. O nosso departamento carece de professores nestas areas. Hoje o que temos de professores da area quantitativa(ponto de interrogacao).

    Glauber,
    Voce pode passar os curriculos lattes dos provaveis professores que farao parte da banca(ponto de interrogacao). Acho que a banca deveria ser indicada por varios professores e nao somente por um. Isso pode abrir margem para as pessoas ficarem assustadas = a vc, e possivelmente = a mim, depois de ver o curriculo lattes!

    Abraco.

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  92. Prezado Marco Antônio,

    Não te conheço nem lembro de seu comportamento na reunião. Porém, referi-me especificamente ao Vitor, que falou exaltadamente com os demais presentes sem a menor necessidade. Substituo a palavra alunos por aluno só. Apesar de não conhece-lo, sei que existem existem alunos comprometidos com a evolução desse curso de economia e que dialogam. Acho que é normal existirem diferenças ideológicas, mas aqui neste departamento a coisa passou dos limites. Em outros centros de economia isso existe, mas as pessoas convivem, trabalham, pesquisam e publicam juntas e pacificamente. Peço desculpa se te ofendi, não foi minha intensão. Apesar da minha pouca experiência como docente, contem comigo para melhorar o curso. Abraço e segue meu contato: sbcacador@hotmail.com.

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  95. Minha raiva desses dois concursos não quanto à área. É a forma como isso é feito, através de briguinha bestas, que não levam em conta, por nenhuma das partes, o que os alunos pensam. Decisões de caráter unilateral pensado somente em beneficio próprio.

    E ninguém falou que área de métodos é ruim, assim como ninguém falou que a área de desenvolvimento econômico, não prestava. Pense bem nas coisas antes de falarem

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  96. mas eh assim mesmo, o importante eh que a area das vagas sao boas. em termos de area, mto boas.

    agora eh soh fazer o concurso direito...

    mas quem eh a banca, alguem coloca ai pra nos

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  97. Professores que hoje estão em "lados" opostos já foram aliados no passado, e daqui a algum tempo tudo muda novamente.

    Você fica quatro anos ali, eles vão se aposentar ali.

    Pode ser frustrante, decepcionante ou até mesmo desanimador.

    Mas não podemos desistir.

    Agora é primeiro garantir que as contratações sejam boas, e para isto ainda tentar influênciar a bibliografia e a banca (nada de "dinheiro em marx", incerteza em Keynes ou destruição criadora em Schumpeter).

    Métodos tem que conhecer e resolver calculo de variações e controle ótimo, entender muito bem a equação de euler-lagrange e o hamiltoniano.

    Econometria tem que ser fera em séries temporais (modelo ARMA e GARCH).

    E no final tirar proveito destas contratações.

    Quem estiver no começo do curso, poderá ter bons professores, quem está no meio ou no final poderá ter bons orientadores.

    Seja como professor ou orientador, o importante é sejam bons.

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  98. Não era pessimismo, como eu temia. Acabo de perder totalmente as minhas esperanças.

    Boa sorte para quem ainda está na Ufes. Espero que vocês consigam melhorar, de alguma forma, o curso.

    Cansei. É PALHAÇADA demais. É diminuir a inteligência alheia.

    See ya!

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  99. pq?

    acho que vao entrar bons professores.

    nesse concurso que vai rolar agora, por exemplo, tem bons candidatos.

    ha um doutor da ESALQ que parece ser mto bom.

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  100. So estou um pouco preocupado com a banca do novo concurso. Me falaram que um dos membros, indicado pelo Vinicius, era um professor chamado Pedro Caldas, da Universidade Federal de Sao Carlos.

    Entrei no Lattes dele, e notei que econometria e métodos quantitativos nao deve ser muito a praia dele ...

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  101. Se isso for verdade isso é absurdo.

    Tem que denunciar no ministerio publico, o cara nao tem nada na area de quantitativas.

    Alguem confirma o fato?

    O vinicius se revelou um verdadeiro idiota, esse tipo de coisa tem que ir a publico. Denuncia nao soh ao MP, mas aos jornais.

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  102. quem eh o outro da banca...

    tudo vai fiacar as claras a partir de agora, se eles fizerem merda todo mundo vai saber.

    podiam relacionar aqui a lista dos nomes de quem eh a banca, quem sao os suplentes e quem concordou com essa banca.

    fiquei sabendo que nakatani eh suplente da banca... pq nakatani nunca deu aula de econometria se sabe tanto assim?

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  103. O negocio agora é acompanhar os concursos. Todo mundo deve saber que as provas orais SÃO PÚBLICAS, e portanto podem ser assistidas por todos. A plateia só nao pode perguntar, mas assistir pode.

    Semana que vem já tem o concurso de Teoria Economica e Economia Matematica, e dizem que tem candidato de centros bons, como ESALQ e UFMG.

    E o de Desenvolvimento Economico, é quando?

    Vamos assistir tudo !!!

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  104. tem que gravar, mesmo que seja escondido. Para ficar registrado!

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  105. O Pedro Caldas e o Marlon Gomes Ney são para a banca de qual concurso?

    Métodos quantitativos?

    Eles não trabalham com métodos quantitativos! Usam uma estatistica basica nos seus trabalhos, e ambos são de orientação marxista.

    E eles só publicam em revistas de sociologia!

    Se fosse um concurso de economia agrária ou de politicas publicas, este Marlon até caberia, mas na área de métodos não serve.

    O outro, Pedro Caldas, trabalha com discriminação racial!

    Olha as disciplinas que ambos já lecionaram. Nenhum tem larga experiência em lecionar métodos quantitativos!

    Talvez nem mais que um semestre.

    Só porque usou um pouquinho de estatistica num trabalho serve para a banca?

    E o cara ter dado um semestre de econometria na vida também capacita?

    Se eu estiver errado me corrijam, mas se estes professores forem para a banca de métodos, eles não tem publicações suficiente nesta área, nem mesmo experiência docente nesta área.

    Um professor para tornar a banca legítima, deveria ter publicação e experiência docente para isto!

    Publicações em revistas de sociologia?

    Agora eu entendo o desânimo de alguns. Não dar para levar a sério professores que não tratam com seriedade o curso.

    Se eu estiver errado me corrijam, por favor.

    Confirmem se estes professores são mesmo para a banca de métodos, é muita descaramento isto ter sido feito.

    È de deixar indignado mesmo.

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  106. Só uma conclusão que faltou: bancas como esta não podem ser acontecer novamente.

    Requisitos: publicação em revistas de economia e experiência docente, além de reconhecimento dos seus pares na área.

    Ligue ou escreva para os outros departamentos, mesmo heterodoxos, e perguntem se alguém conhece estes dois membros da banca. Não são nem conhecidos (não se trata de popularidade, mas de reconhecimento do professor na área).

    Isto não deveria ter acontecido, mas não podemos permitir que se repita nos próximos.

    Agora é torcer que o nível dos candidatos do concurso esteja acima do nível da banca.

    E só um detalhe: Marlon é ex petiano da UFES, e adivinhem quem era o tutor dele?

    Mas a UFES tem um outro ex petiano também, que é o Victor Gomes, doutor em economia pela UNB, onde também é professor. Pelos trabalhos e experiência docente, ele seria mais indicado. (considerando o critério de se chamar um ex aluno, mas ele não é marxista...)

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  107. Mais um golpe. Golpe após golpes, eles vão manifestar em favor da democracia!!!!!

    Que piada de mau gosto. O Departamento de Economia está em boas mãos.

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  108. Que golpe!

    Esta banca é tendenciosa!

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  109. Vamos fazer pressão para eles não aceitarem fazer parte dessa piada!

    Os caras tem que ter bom-senso e, como bons profissionais, recusarem fazer parte de uma banca cuja área não seja de sua especialidade.

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  110. Ora, para a parte de história, ninguém recomendaria o Aloísio Araújo do IMPA. O cara é o MELHOR na área dele, mas não seria recomendado para a área de história.

    A mesma coisa vale aqui. Se esses caras aceitarem fazer parte da banca, será demonstração de falta de profissionalismo e bom-senso. Ou, ainda, pode até ser indício de algo pior, já que há vínculos entre eles (ex-petiano, amigo etc) e os professores que recomendaram.

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  111. É pessoal, a Fucape tá disparando na nossa frente. Se dermos esse mole com relação a esse concurso, aí que já era mesmo...

    Olhem isso aqui:

    http://www.fucape.br/integral/

    Eles tem:

    - núcleo de consolidação profissional

    - núcleo de consolidação científica

    - núcleo de consolidação internacional

    então se o cara quiser ser acadêmico, profissional ou qualquer um dos dois no exterior, terá apoio para isso.

    Com essa concorrência, se não melhorarmos, ninguém vai querer fazer UFES.

    E alguns professores, como a NEIDE , o VINICIUS e o PAULO, não entendem porque a concorrência é tão baixa. Acho que eles querem manter assim mesmo.....

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  112. O anônimo ali em cima disso tudo com relação a banca

    "Ora, para a parte de história, ninguém recomendaria o Aloísio Araújo do IMPA. O cara é o MELHOR na área dele, mas não seria recomendado para a área de história."

    Pq diabos recomendaram essas pessoas?

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  115. A concorrência pelo curso será proporcional às oportunidades que o curso cria aos formados pelo curso.

    E que grandes oportunidades o curso de economia da UFES abre aos alunos?

    O curso hoje parece uma mistura de ensino à distância com restaurante self service.

    Você tem que fazer tudo sozinho e ir montando as coisas do seu jeito.

    É inadmissível e inaceitável a postura destes professores.

    Em nome da dignidade e honestidade deveriam rever esta banca.

    Tirar proveito de uma vaga que atende ao clamor dos alunos para colocar na janela mais um "amiguinho" para fortalecer o "timinho" é algo inadmissível.

    O absurdo é que ficam chocados quando são chamados de Stalinistas.

    Mas esta atitude só reforça isto.

    Numa grande oportunidade de renovação, fazem uso do oportunismo mais baixo e impedem que os alunos tenham direito à pluralidade.

    Pergunto: já que a ciência não é neutra ou imparcial, como dizem os marxistas, se aparecer um bom ortodoxo, os membros da banca ficarão imparciais ou irão preferir um marxista que não saiba resolver a equação de euler-lagrange mas saiba o papel do dinheiro em Marx?

    Por isto a banca tem que ser formada por pessoas com notório saber na área. O que deve estar em julgamento não é a ideologia, mas o conhecimento técnico compatível com a área do concurso.

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  116. Mais um comentário.

    Ouvi a seguinte frase de uma aluna do curso: "eu não vejo estes professores tentando influenciar a gente não".

    A conversa era sobre os professores "marxistas" do curso.

    Pergunta: como não querem influenciar o curso, se montam uma banca como esta? Que visa simplesmente dificultar a entrada de um ortodoxo na UFES.

    Esta banca não possui méritos suficientes para avaliar a área de métodos quantitativos, quando é comparada com outros nomes existentes no país.

    Outra pergunta: quem teme um ortodoxo na UFES e porque teme? Só tem medo do debate quem não tem bons argumentos para debater.

    Acho que alguns heterodoxos da UFES tem medo que os alunos descubram que estão parados no tempo.

    Ficam criticando o modelo IS-LM tradicional, quando este já deixou de ser utilizado a vários anos (os novoclassicos não utilizam e os novo keynesianos desde 1999 pelo menos).

    Acho que os heterodoxos estão com preguiça de voltar a estudar e se atualizar.

    E aí vem outro enorme detalhe. Para entender a produção de ponta feita hoje na ortodoxia, você dominar derivadas e integrais não é suficiente para passar da primeira página.

    Microeconomia exige que você domine "Análise na reta", espaços de banach, teoremas do ponto fixo, etc.

    Macroeconomia exige de você grande parte do conhecimento de micro, além de otimização dinâmica, processos estocásticos, programação dinâmica, etc.

    Então é melhor ficar inventando para os alunos que os neoclassicos são irrealistas. Falar que preferências convexas são absurdas, supor racionalidade plena ou expectativas racionais dos agentes é irrealismo, etc.

    Não importa que os próprios ortodoxos reconheçam isto ou que usem modelos com outros pressupostos. O importante é que os alunos não descubram que o que eles falam sobre o pensamento neoclássico deixou de ser verdade nos 70.

    Eu acho curioso o seguinte. O Keynes faz algumas afirmações que não se confirmam empiricamente, como a "lei psicologica fundamental" ou a função consumo, mas os pos keynesianos não abandonam o Keynes de jeito nenhum.

    Até hoje ninguém deu uma solução definitiva para o problema da transformação dos valores em preços de produção do Marx, que é de extrema importante na teoria dele para explicar a dinâmica dos preços de mercado e a distribuição da mais valia entre os setores, mas mesmo assim os marxistas não abandonam Marx. E até hoje nenhum marxista conseguiu dar prova viva ou medir a mais valia (se a existência da mais valia fosse provada, não precisava de revolução, era só ir no PROCON e exigir a devolução da parte que foi apropriada pelo patrão).

    Isto é curioso. Todas as teorias tem contradições, pontos frágeis ou questões sem respostas. Mas os heterodoxos não abandonam seus "ídolos".

    Mas a teoria neoclássica tem que ser perfeita para eles. As teorias deles podem ter falhas, mas a teoria neoclássica não pode. Em alguns lugares esta atitude recebe o nome de hipocrisia.

    Os heterodoxos ignoram a renovação que viveu o pensamento neoclassico. Só dos anos 60 até hoje, muita coisa mudou. Na macroeconomia, para explicar e superar a crise dos anos 70, saiu da sintese neoclassica baseada no modelo is-lm para modelos com expectativas racionais, abrindo espaço para os novoclassicos. Depois vieram os modelos de ciclos reais, também de inspiração novoclassica, evoluindo para os atuais modelos DSGE, em que os novo keynesianos acrescentaram novas variáveis e parâmetros.

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  117. E hoje há um acalorado debate entre novoclassicos e novo-keynesianos, basta ler nos jornais dos EUA as avaliações da atual crise e das soluções propostas. Há muitas visões diferentes e bem conflitantes entre si. E isto é feito nos jornais, seja aqui ou lá fora.

    Ortodoxia não se resume ao manual de micro ou de macro, há muita mais coisas entre o céu e a terra, ou como dizia Keynes, a distância entre o cálice e a boca é enorme. Mas o aluno da UFES não irá saber, se as bancas montadas forem todos com este perfil.

    E para terminar, vou ficar um tempo sem opinar aqui. Sempre acabo escrevendo muito, e talvez até monopolizo um pouco o debate. Então para deixar a discussão mais livre e democrática, vou ficar de fora um tempo.

    Um abraço a todos.

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  118. O economista burguês3 de outubro de 2009 às 17:29

    Na Ciência, não existem soluções definitivas, nem para o problema da transformação, nem para provar a unicidade do Equilíbrio Geral walrasiana (Arrow/Debreu). Ainda bem que não existem soluções definitivas, senão seria muito chato; aqueles que têm soluções definitivas sentam encima, param de pensar e repetem a mesma coisa o tempo todo.

    Por outro lado, hoje, não sei mais o que é a escola neoclássica. Alguém poderia me dizer, ou me dar uma definição metodológica? talvez, Vinicius sabe, eu deveria perguntar para ele (?????????)(estou brincando)

    Finalmente, os heterodoxos realmente pertinentes são aqueles que conhecem muito bem a ortodoxia, aqueles que elaboraram uma crítica interna e que propõem uma análise alternativa: Marx, Keynes, Sraffa, Vercelli, Donalda Harris, por exemplo. Os outros trabalham com ideologia, não com ciência, e não me interessam. Os argumentos deles? Marx, (ou Keynes, ou Walras, pouco importa) disse......Que argumento!!!!!


    PS Toda semelhança com professores do Departamento de Economia não é fortuita.

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  119. Departamento de Economia da UFES:

    "Se colocar grade vira hospício, se colocar lona vira circo!!"

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  120. Acho que os alunos além de acompanharem em peso a prova didática, que é aberta ao público, deveriam também filmá-la, isto é, gravá-la para quem não estiver presente possa ver como se comportaram esses especialistas em métodos quantitativos na banca.
    Eu adoraria ver um vídeo desses no You Tube. Fica aqui minha sugestão.

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  121. Porra, parece que a prova didática é hoje e ninguém avisou bosta nenhuma!!

    Gran tabalho... depois ficam cheio de hipocrisia... ninguem participa blblablablabla..

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  122. Não foi avisado?

    Voce tava congelado ?

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  123. Vamos torcer para que, quem quer que entre, mesmo não sendo o melhor na área, que entre com vontade e se aperfeiçoe, faça um bom trabalho! Não adianta mais chorar pelo leite derramado.

    Agora, seria legal trabalhar para que o próximo concurso tenha uma excelente banca, com uma excelente bibliografia, e vários candidatos. Assim que tiverem mais informações nos passem para podermos divulgar.

    Fábio depois passa aqui para nos dizer quem entrou!

    Abs!

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  124. Futura professora de economia matemática:

    "Marx e seu método. Valor, Preço de Produção e Conc. (Carga horária: 8h).
    Pontifícia Universidade Católica de São Paulo."

    aeuhaeuhaeuhaeea

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  125. Alguém poderia me informar quel é o nome ou o endereço do Lattes dela?

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  126. hohohohohoho pq a surpresa! O circo já estava armado!

    Isso aí tá que nem o congresso! Palhaçada pura!


    Será que eles não podemos alegar improbidade administrativa não?hohohohoho

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  127. Colegas,

    Nao tenho nenhuma simpatia pelo pessoal da banca daqui, mas acompanhei todo o processo, e acho que nao houve mutreta. Candidado bom, com produçao academica, nao tinha nenhum. O terceiro colocado até tinha alguma coisa, mas a aula dele nao foi boa.

    O que interessa é que a candidata que ganhou é muito boa para dar aula de matematica (assisti as tres aulas), que é uma grande lacuna do curso. Ela pode sim dar muito bem o Chiang e outros livros de matematica pra economistas. Por incrivel que pareça, isso é um grande avanço para nos, pois até outro dia nem com isso podiamos sonhar.

    É assim, devagar, que melhoraremos o curso. Nao adianta achar que, no estado atual do curso, algum Zé Luis Oreiro virá fazer concurso aqui.

    Agora é acompanhar os outros tres concursos e ver as materias que colocarao a Renata para dar aula no proximo periodo.

    Acho que nao vao bota-la para dar aula de Economia Politica, né?

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  128. quem eh esse anonimo, a Neide? ela que sempre fala q ninguem bom vai fazer concurso na ufes... parece que esse discurso jah pegou! gente, oq algumas macãs podre nao podem fazer?

    eh so questao de vontade, se essa banca quisesse ter elevado o nivel, entraria um economista matematico, e nao uma marxista que consegue "dar o chiang".

    divulgaram para quem esse concurso? por coincidencia ela eh marxista? eu aposto o que quiser que alguem convidou ela a prestar o concurso. nao disse que teve treta para aprova-la, mas nao teve interesse em elevar o nivel

    e agora ela vai orientar monografias na area de quantitativas? ela consegue dar micro e macro neoclassicas? ou soh vai ser um tapa-buraco pra metodos e vai dar topicos especiais em economia politica hhuahuhuahuaeuheahuhuhueahueahu

    (ps esse riso eh pra naum chorar aki)

    eu sincermente espero que eu tenha que engulir tudo o que disse aki! eu desejo mto estar errado e falando besteira! mas essa me parece a realidade

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  129. O primeiro nome é Renata, percebi pelo comentário acima (é a Neide mesmo?).

    Mas eu queria saber o nome dela ou ter o link do lattes dela.

    O livro do Chiang deveria ser proibido de ser impresso. Aquele livro só te faz achar que você aprendeu matemática.

    Este anônimo que falou do Chiang não pertence a este mundo!

    Um grande avanço saber dar o Chiang? É um retrocesso num concurso publico, que pretende contratar um professor por um prazo de talvez 30 anos, e o candidato sabe dar no máximo Chiang!

    Agora, os alunos vão ter de cobrar ela. Ela está em estágio probatório, exijam dela! Se ela não atender aos requisitos mínimos esperados, ela pode cair e a vaga continua disponível!

    Deve ser feito isto com todos os outros. Exigir mais e sempre! Eles que tratem de estudar e muito.

    Há uma diferença enorme entre o que um professor de métodos quantitativos vai dar em sala de aula e o que ele sabe.

    É inacreditável você ter um professor que se você estudar apenas um livro você irá saber tudo o que ele sabe sobre aquela matéria!

    Eu aceito isto de um professor que está dando uma disciplina fora da área dele, mas não de um professor exclusivo daquela área.

    É absurdo!

    Em português, há um livro na biblioteca da UFES, este livro abaixo, ele é o mínimo que um professor deve saber.

    Curso de matemática para economistas / 1997 - ( Livros ) - Acervo 116647
    CYSNE, Rubens Penha; MOREIRA, Humberto Ataíde. Curso de matemática para economistas. São Paulo: Atlas, 1997. 282 p. ISBN 9788522416035 (broch.)
    Número de Chamada: 51:33 C997c

    http://www.acervo.bc.ufes.br/biblioteca/index.php?resolution2=1024_1#posicao_dados_acervo

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  130. Currículo Lattes da Renata Couto Moreira

    http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4794305U6

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  133. Minha opinião aqui será otimista e moderada (mesmo que muitos discordem de mim, o blog é sempre um espaço de debate).

    Primeiro, acho que este concurso não será revertido, então será esta professora que fará o estágio probatório.

    Segundo, acho que os alunos interessados em melhorias no curso deveriam fazer uma boa conversa com ela, dar a ela uma boa recepção e mostrando as necessidades do curso e que não vale a pena ficar presa a estas disputas internas do departamento.

    Mostrar que ela deve focar nos alunos, permitir a ele conhecer técnicas modernas e elevar o nível da graduação.

    Terceiro, achei interessante a formação dela, e acho que ela tem capacidade e formação para ir bem além do Chiang. Ela já é professora em Lavras, no departamento de ciência da computação da UFLA.

    Percebi que ela nutre simpatia pelo MST e temas sociais, mas na UFES isto não é novidade.

    A novidade é que ela tem efetivamente uma formação e treinamento em matemática e estatística. Ela é graduada em engenharia elétrica e mestra em ciência da computação. E cursa o doutorado em economia aplicada na UFV.

    É formada em engenharia na Unicamp, que é um dos melhores cursos do país. Então sabe bem álgebra linear e equações diferenciais, e outras coisas mais (processos estocásticos e trabalhar com sistemas de controle e filtros lineares). Engenharia elétrica trabalha com técnicas interessantes para os economistas, tanto estatísticas quanto matemáticas (trabalhar com séries temporais de preços é trabalhar com filtros lineares).

    E mestrado em ciência da computação pela UFMG, que também é um dos melhores do país.

    Então ela sabe programar, e pelo tema da tese de doutorado dela, sabe econometria também. E a UFV é um pouco ortodoxa. Deve saber o básico de micro e macro de manual, como é dado lá na UFV.

    Outro aspecto interessante é que ela é professora da UFLA no departamento de Ciência da Computação. E já ministrou disciplinas de cálculo numérico (que envolve álgebra linear, calculo diferencial e integral, equações diferencias e uma linguagem de programação), pesquisa operacional (álgebra linear, programação dinâmica e otimização), matemática computacional (que não sei bem o conteúdo lá, mas deve ser a mistura de calculo numérico com alguma aplicação específica ), etc.

    Então, ela tem boa formação e boa experiência, mas não parece ser muito voltada para o mercado. Sabe bem mais do que tem no Chiang.

    Acho que valeria a pena ter uma conversa franca com ela, os alunos falarem da necessidade que estão tendo em alguns temas e áreas de estudo.

    Não vou ser sectário ou extremista. Ela foi a aprovada e acho que isto não reverte. Mas ela pode ser bem aproveitada. Formação, experiência docente e motivação ela parece ter.

    Já que o curso da UFES te força a fazer muita coisa sozinho, acho que esta professora pode ajudar a diminuir este esforço.

    Posso estar sendo otimista demais, mas agora o passo seguinte é fiscalizar o próximo concurso e conversar com a Renata Moreira.

    Eu temia que fosse outra figura do nível do Vinicius.

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  134. Eu sou o anônimo de cima, após olhar o currículo também fiquei mais otimista.

    Retiro parcialmente o que disse. Mas ainda com receio... bom vamos torcer para ela ser fera, porque eu to precisando de orientador na área haeheuieaiuhhauieuaieh

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  135. Mas foi culpa do outro anônimo que colocou:

    Marx e seu método. Valor, Preço de Produção e Conc. (Carga horária: 8h).

    Entretanto poderia também ter colocado:

    Econometria Espacial Aplicada. Carga horária: 20h).


    Eu não to nem aí para a opção política dela, quero é que ela saiba micro, macro, economia matemática e métodos quantitativos.

    Que venham os outros dois!

    PS. relendo meu comentário, achei meio ofensivo, se o moderador quiser apagar não tem problema.

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  136. Depois dizem que aqui neste blog somos arrogantes...

    Estamos aqui encantados com esta futura professora. Fiquei positivamente surpreendido com o curriculum dela.

    E não é por ser mulher, porque aqui nem todos são simpáticos aos devaneios da Neide. Mas de repente todos viraram cavalheiros...

    Eu não deprecio a opção política dela, mas acho importante saber qual é.

    O importante é saber dialogar com ela, mostrar como o departamento é dividido e isto prejudica os alunos, e como está a carência por orientação na área quantitativa.

    E temos que conquistá-la para a nossa proposta, que é garantir formação e orientação para os alunos, independente de opção política e teórica.

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  137. Agree.

    Ela parece ter uma boa formação acadêmica na área de exatas. Agora nego tem que pressionar para ela dar métodos I e II! Nada de desvirtuar o concurso!

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  138. Até porque, engenharia não garante nada mesmo.

    A Neide fez parte da graduação em engenharia, acho que cursou mais da metade do curso de engenharia, mas resolveu ser economista.

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  139. Sou o anonimo que foi confundido acima com a Neide. Posso garatir que nao tenho nada a ver com ela.

    Mas os comentarios seguintes foram na direção certa. Vamos conversar com a Renata e explicar a situaçao do curso.

    Conversei com o Antonio Licha, membro externo da banca, e ele me falou que ficou com uma impressao muito boa dela.

    Quanto ao fato de candidatos melhores fazerem o concurso, um da ESALQ e outro do CEDEPLAR fizeram a prova. Mas foram muito mal, e foram eliminados na prova escrita.

    Continuo com minha suspeita: candidato bom de centro bom ainda nao se sente atraido para fazer prova para a UFES. Isso é uma realidade que só o tempo melhorará.
    MAs conseguimos dar o pontapé inicial. Agora é acompanhar os proximos concursos.

    A margem para marmeladas diminuiu bastante, pois a norma da reitoria agora é as provas de aula serem gravadas e até filmadas. Vamos exigir isso tambem nos proximos tres concursos, a começar pelo de desenvolvimento economico, que, pelo que fiquei sabendo, tem candidato bom sim, com produçao relevante na area.

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  140. Eu não me importo com o anonimato. Mas eu não achei que era a Neide.

    Cheguei até a pensar que seria a própria Renata (acho que talvez seja mesmo - a forma de escrever e de argumentar me faz pensar que seja alguém de fora da UFES - mas isto não importa).

    Mas a questão não é saber a "direção certa" ou se iremos atrair alguém com um Phd em Stanford ou Chicago, é que não há muita confiança em parte do departamento.

    É isto.

    O objetivo nunca foi trazer um professor de renome para cá, mas sim alguém com uma boa formação.

    A dúvida sempre foi se não seria um concurso só para os "amiguinhos".

    Há a preocupação de que se aparecer uma pessoa com boa formação ortodoxa, por causa do edital e da banca, tenha dificuldade em ser aprovada.

    Então, repetindo mais uma vez. Dentro da estratégia de melhorar o nível da graduação, duas táticas distintas: fiscalizar o concurso e dialogar com a Renata e os próximos professores que forem aprovados.

    Um professor que entre por concurso e não por liminar, talvez não adote uma postura como a do Vinicius.

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  141. É João,
    O pior aconteceu, o concurso foi só para os amiguinhos! Muito mais...quem entrou nesse último concurso foi o filho do Reinaldo Carcanholo, e entrou com uma diferença de 1 ponto. O segundo colocado foi um experiente professor da UFRRJ e que conseguiu mais pontos em outra prova(não qual é direito, irei confirmar).
    Diante desses fatos, podemos perceber que esse grupo de professores(não preciso citar nomes, todos já sabem) levam o curso sem a mínima ética e responsabilidade. Pensei que eles manipulavam apenas alguns alunos, agora, posso ver que manipulam até a entrada de professores.

    Vergonhoso!

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