Inicialmente queria divulgar uma palestra que vai rolar na Ufes:
Nessa sexta, 04 de setembro, às 10h30 na sala 408 do ED IV.O currículo do palestrante está aqui.
Aproveitando a oportunidade, vou comentar sobre o que um economista deveria aprender na graduação para se dar bem no mercado de trabalho e porque ele não aprende essas coisas.
Vamos começar analisando as 3 áreas em que um economista formado trabalha profissionalmente;
1- Na Iniciativa Privada
2- No Setor Público
3- Na Carreira Acadêmica
E quais matérias são importantes para ele exercer sua profissão:
Vamos começar analisando as 3 áreas em que um economista formado trabalha profissionalmente;
1- Na Iniciativa Privada
2- No Setor Público
3- Na Carreira Acadêmica
E quais matérias são importantes para ele exercer sua profissão:
1- Se o objetivo for formar bons economistas pra iniciativa privada, então o curso deveriam ser menos teórico e mais prático, e o currículo deveria ampliar algumas matérias (ex: mercado de capitais, micro, estatística, econometria) e reduzir/eliminar outras (ex: economia política, desenvolvimento econômico, setor público, história econômica, HPE)
2- Se o objetivo for preparar os alunos para entrarem no serviço público é só prepará-los para os concursos públicos. Portanto o currículo deveria ampliar algumas matérias (micro, macro, setor público, economia brasileira, estatística, econometria) e reduzir/eliminar outras (economia política, história econômica, HPE) Concursos como o último do Ipea são bastante raros. (1, 2)
3- Se o objetivo é seguir na carreira acadêmica então o primeiro passo é passar na prova da Anpec e para isso a graduação deveria focar na parte de pesquisa e em 5 matérias (micro, macro, economia brasileira, matemática, estatística/econometria) e reduzir/eliminar outras (economia política, desenvolvimento econômico, mercado de capitais, HPE).
As matérias importantes em cada uma das 3 carreiras que expus acima são bastante discutíveis, mas no geral fica-se claro que uma graduação em economia que se preocupasse com o aluno deveria ampliar as matérias mais utilizadas profissionalmente (micro, macro, estatística/econometria) e reduzir/eliminar as menos utilizadas profissionalmente (economia política, história econômica, HPE, desenvolvimento econômico).
Mas porque será que o curso de economia na Ufes não utiliza esse currículo?
Aqui, assim como na maioria das universidades públicas do país, uma minoria de professores e alunos são muito mais ativos politicamente do que o resto, e essa minoria não quer que a universidade prepare os alunos nem para trabalhar no mercado financeiro, nem para trabalhar no setor público (como na Petrobras ou no Banco Central), nem mesmo querem que o aluno se torne um pesquisador que publica nas principais revistas nacionais e internacionais de economia.
Esses alunos e professores afirmam, em alto e bom tom, que um bom aluno não precisa aprender micro, macro nem estatística. Afirmam isso porque eles não se preocupam com o futuro profissional do aluno, eles se preocupam sim com a ideologia do aluno, se preocupam sim com a construção do socialismo no Brasil.
Obviamente utilizar dinheiro público para promover o socialismo não é um problema isolado desse curso, mas um problema generalizado nos cursos de humanas das universidades públicas. Problema esse que quase ninguém ousa mexer e poucos ousam discutir.
Até quando os cursos de humanas nas universidades públicas, e em particular o curso de economia na Ufes, vão continuar sendo primordialmente cursinhos de formação de militantes do MST?
Primeiramente...
ResponderExcluirAntes que algum professor venha fazer alguma inferência precipitada, quero deixar claro que o que penso é no âmbito do curso e não direcionado a um professor específico!
Nosso curso deveria ter disciplinas que aguçam nosso senso crítico? A respota é sim. Mas será que teríamos que ter, REALMENTE, esse tanto de matérias que sufocam-nos? A resposta, ao meu ver(e acredito, da grande maioria), é não! A carência que temos, conforme Carlos disse uma vez, absurda, gritante, e imoral não é só na área matemática. É na área de Finanças, Mercados de Capitais ou Mercado Financeiro. Acredito que essas áreas seriam muito mais úteis para nós, alunos, que Economia Política I, II, e Tópicos Especiais em...Economia Marxista. E porque um professor ou outro, deveria preocupar-se com a carreira profissional do aluno? Porque é bonzinho? Ou porque é pago para formar excelentes alunos? Acredito que nenhuma das possíveis respostas positivas são verdadeiras. O que acontece é a guerra entre ideologias e que, infelizmente, os prejudicados somos nós, ALUNOS. Eu só gostaria de saber uma coisa...qual a utilidade de estudar os autores do século XIX e pq estudá-los uma vez que não são utilizados no mercado de trabalho?
Thiago, acho que você não usou bem o termo matérias críticas.
ResponderExcluirVocê poderia falar de matérias para formar militantes do MST.
Porque ser crítico é saber pensar a realidade, analisá-la, destrinchá-la, conhecê-la e saber modificá-la para melhor. E as matérias que você chamou de críticas não fazem isso. São escolihas de idiotas latino-americanos, que de críticos (pensamento bem fundamentado próprio e independente) não tem nada. São acríticos quanto ao que estudam.
Uma excelente oportunidade para os alunos de economia da Ufes conhecerem aquele que é um dos maiores autores pós-keynesianos da atualidade.
ResponderExcluirO Prof. Oreiro, considerado da "ala heterodoxa" do Departamento de Economia da UnB, além de ter suas aulas constantemente elogiadas por quem tem o privilégio de assisti-las, possui uma vasta produção científica e é revisor de inúmeros periódicos. Vale a pena dar uma olhada no lattes dele, cujo link está no post do André, para entender a razão deste meu comentário.
Um dos melhores debates em economia a que já assisti ocorreu na mesa de Macro do Encontro Nacional de Economia/Anpec de 2007 (da qual o professor participou como co-autor do paper "MACROECONOMIC DETERMINANTS OF BANKING SPREAD IN BRAZIL: AN EMPIRICAL EVALUATION"). Havia acabado de me formar, e pude perceber o quão empolgante e enriquecedora uma discussão envolvendo extremos polares da teoria econômica pode ser, quando ambos possuem argumentos fortes e consistentes. Naquele momento, senti que estava no lugar certo, na hora certa. Se não me engano, no Encontro daquele mesmo ano, o professor aprovou nada menos do que 4 artigos.
Ser um profissional de qualidade nada tem a ver com a linha de pesquisa abraçada. É ignorância defender que apenas autores ortodoxos são "sérios". Por outro lado, é inconcebível o ataque ridículo e depreciativo de que os mesmos são neoliberais malvados, a serviço do capitalismo. Na verdade, tal acusação chega a ser engraçada.
Um grande Departamento de Economia é composto por grandes professores, sejam eles ortodoxos, heterodoxos, marxistas, ou qualquer outro rótulo que queiram inventar (e que, para mim, continua a ser o que menos importa).
Grandes debates estimulam o estudo, a pesquisa e geram ainda mais debates de qualidade, exponencialmente.
Palestra imperdível.
"Eu só gostaria de saber uma coisa...qual a utilidade de estudar os autores do século XIX e pq estudá-los uma vez que não são utilizados no mercado de trabalho?"
ResponderExcluirThiago, é importantíssimo, durante um curso superior de Economia, estudar a fundo não apenas a contribuição dos autores do século XIX, mas também a dos do século XVIII (como estudar Economia e não ler Smith, por exemplo?). Infelizmente, durante minha graduação, até mesmo a parte de HPE deixou MUITO a desejar.
Como amiga, digo a você que é legítimo se revoltar contra um ensino considerado fraco. Outra coisa é radicalizar. Monotonicidade das preferências, sempre! =)
Mariana,
ResponderExcluirTalvez, eu exagerei e generalizei muito nessa interrogativa! Mas o verdadeiro sentido ao qual queria expor à todos não é a suposta insignificância dos estudos do pensamento econômico, muito pelo contrário, acho interessante estudarmos os grandes teóricos do século em questão, bem como o seu debate.Mas, não menos importante, tem-se as disciplinas fundamentais que um economista deveria saber. É um absurdo não termos Matemática Financeira como obrigatória...Mercado de Capitais ao menos como optativas(e quem poderia dar?). Mas o que me deixa MAIS intrigado, é o descaso com o nosso curso para essas questões. O debate dos grandes célebres da economia é tão importante como o estudo do Mercado Financeiro, e infelizmente, sequer temos a oportunidade de ver a disciplina(Finanças) na graduação. Ao meu ver os teoria e prática(aplicação) devem andar de mãos juntas, mas o que acontece no nosso curso é que uma dessas duas mãos anda amputada!
Pessoal,
ResponderExcluirA palestra do Dr. Luís Oreiro foi antecipada para hoje, e aconteceu. Em todos os momentos demonstrou de forma segura e com argumentos plausíveis o que esperar do curso de Economia. Sendo breve na minha descrição, ele afirmou que tomou um susto ao ficar sabendo da nossa grade de Economia. Isso foi o suficiente para que Vinícius(coordenador de curso) entrasse com argumentos divergentes. Em todos os momentos tive a grande impressão que o palestrante estava na parede e o nosso coordenador o atacando com centenas de pedras! No início, o palestrante deixou claro qeu não queria se envolver nas questões internas do departamento, mas com os consecutivos ataques o Dr. Oreiro reagiu as pífias provocações do nosso coordenador com fatos e dados empíricos. Vinícius citou em um dado momento a parte final de um artigo do Dr., onde finaliza que o capitalismo saiu vitorioso.Isso foi o bastante para o Dr. respondê-lo, com esbravejo que o capitalismo saiu vitorioso e que o socialismo e aqueles que o defende foi "PARA O SACO"! O momento tenso prosseguiu, e na insistência de provocar o palestrante, Vinícius fez uma séria de afirmações nada empíricos, e o chamou de arrogante...O palestrante exigiu educação para visitantes, uma vez que percebeu o descontrole e a grosseria do nosso coordenador. Finalizando, Vinícius afirma... "Diante da sua insignificância, eu termino a minha fala."
Pessoal,
Primeira coisa a ponderar: vamos analisar os currículos dos dois?(Nem gostaria pq a diferença é bizonha). O palestrante Dr. Oreiro está entre os que mais publicam em grandes revistas do país e se não me engano, do mundo. Dá aula para o mestrado em economia na UnB. E o Vinícius? O que publica? Na verdade eu nem sei se tem currículo lattes...Antes de chamar o outro de insignificante, devemos no mínimo ter a humildade de ver o quanto estamos atrás.
Segunda: Qual impressão que ele vai levar do curso de Economia da UFES? Se fosse no campo ideológico já seria vergonhoso, mas foi além...para o campo pessoal, com uma falta de educação e respeito. Se com o visitante já faz isso, quem dirás com outras pessoas do departamento! Foi triste ver o debate, não pela apresentação, que por sinal foi muito esclarecedor, mas pela falta de argumentos que o nosso coordenador fez, e pelo uso da impiedade e descaso do palestrante ao se referir ao Vinícius.Foi uma guerra, e muito triste de ver o ocorrido. Só quem estiveram lá perceberam o quanto a ideologia é levada com religião e para o lado pessoal, levando cada vez mais o nosso curso de economia para o buraco e servindo para os demais cursos fora do Estado, o motivo de chacota!
Como disse Valter Longo, "contra fatos não há argumentos!".
Achei interessante a discussão e resolvi opiniar. VOu postar como anônimo pq não posso e expor. Sou funionário público e não posso me expor em um blog. Concordo como autor do artigo. O ensino de economia no Brasil é impregnado de ideologia. Já vi brigas em departamento do tipo "a nova vaga no concurso para professor será para a cadeiro de Macroeconomia ou Economia Política". Infelizmente, os alunos se forma em economia enão conseguem calcular uma Taxa Interna de Retorno (TIR) utilizando a HP-12c. Infelizmente existe um problema de trade off. Se a quantidade de hora do curso é limitada, aumentar a carga horária de uma disciplina implica reduzir a carga de outra. Creio que deveríamos ser mais pragmáticos e menos debatedores de ideologia. Esse papo de achar que todos osalunos da faculdade serã pensadores é a mais pura balela. A grande maioria dos alunos quer arrumar um emprego quando se formar, e não será esse tal "formação crítica", cheia de Marx e Engels que os ajudará a encontrar um emprego. Além disso, os concursos mais disputado não perguntam o que é mais-valia ou composição orgânica do capital. O aluno com pensamento crítico nada mais é, na maioria das vezes, alguém que teve que ler toda a obra de Marx. É por isso que o economista perde mercado de trabalho. Isso não ocorre com quem se forma no IBMEC ou FGV-RJ.
ResponderExcluirDesculpem por alguns erros de digitação. Esse teclado está falhando um pouco.
ResponderExcluirO professor Oreiro é uma referência no ensino e pesquisa da Macroeconomia. Com todo respeito, mas não conheço o coordenador de vocês. Tem gente que não acredita que o Muro de Berlim caiu, e q é possível os burocratas controlarem "o que, quanto e como produzir" por meio de decretos.
ResponderExcluirdeplorável a participação do professor vinicius, que não assistiu a palestra e apareceu lá no final da mesma apenas para fazer seu discurso socialista tentando desmoralizar a todo momento o palestrante. como não é a primeira vez que isso ocorre não me surpreendeu nem um pouco este comportamento. O pior que aposto que se a sala estivesse cheia, alguns alunos iriam bater palmas para esse tipo de comportamento deixando um palestrante de mais alto gabarito constrangido. mais uma vez podemos ver como são tratados pessoas que têm opinião diferente no nosso centro! ainda temos que ouvir que nosso curso é plural! fiquei realmente envergonhado mais uma vez de ser aluno do curso de economia da universidade federal do espírito santo.
ResponderExcluirPARABÉNS AOS PROFESSORES QUE TENTAM MOSTRAR CAMINHOS DIFERENTES AO QUE É MOSTRADO NO CURSO TRAZENDO PALESTRANTES COMO ESTE. ESPERO QUE EXISTA MAIS PALESTRAS DESSE TIPO. MAS NÃO ME SURPREENDA TB QUE NAO HAJA POIS QUE PALESTRANTE EM QUALQUER LUGAR DO MUNDO QUE SE SUBMETERÁ A PASSAR POR ESSE PAPEL.
REALMENTE UMA VERGONHA!
Estive presente na palestra do professor Oreiro, que por sinal foi otima. Fiquei envergonhado com a atitude do nosso cordenador. O fato descrevido acima foi exatamente o ocorrido. Vergonhoso! Deve ser desistimulante para os professores que querem melhorar esse curso fazer convites a professores de outras universidades. Eles vem para ca, fazem na maioria das vezes boas palestras e sao menosprezados por professores FRACOS como vinicius. Com essas atitudes que vemos q nosso curso esta indo para o buraco.
ResponderExcluirEu lembro de um encontro da ANPEC (Salvador 2001) onde um um prof. da UFES discutia se o setor de telecomunicações extraía ou não mais-valia dos trabalhadores, pois de acordo com Marx, o telégrafo (sim, ele usou o telégrafo como exemplo)...
ResponderExcluirUm outro prof (esse não tenho certeza absoluta, mas acho que era da UFES tbm), argumentou que o salário-desemprego deveria ter uma duração maior e ser igualao salário que o trabalhador recebe na ativa. Alguém da banca falou em risco moral e dos prejuízos quetal medida acarretaria para as contas públicas. Pois o tal professor fez uma cara de bunda. Acho que ele não sabia o que é risco moral.
O que me impressiona é o fato de vinicius antigamente ser um professor tao plural, sem ser tendencioso, e hj vejo no que se tornou. Deprimente!
ResponderExcluirNão estive presente na palestra, mas muito me entristecem os relatos de que, mais uma vez, o debate tenha saído do campo das idéias e partido para o lado pessoal. Acho que isso apenas reflete a qualidade do ensino na Ufes.
ResponderExcluirMais uma vez, repito: nada do que está acontecendo é inédito.
Para quem não se recorda:
http://www.ordemlivre.org/node/428
A história, pelo visto, se repete. Daquela vez, a justificativa para os insultos de ordem pessoal foi de que o palestrante era um libertário, a serviço do capital, e sem formação em Ciências Econômicas. E agora? O que falar do Prof. Oreiro? Será que apenas socialistas são dignos de respeito e cortesia?
Como o anônimo acima destacou, acredito também que chegará o dia em que professores de outras instituições se negarão a realizar palestras na Ufes. Para que se dar ao trabalho? Mas não seria exatamente esse o objetivo de alguns professores?
Graduação plural? Onde?
Vergonhoso.
Como assim foi antencipada?
ResponderExcluirNao se pode passar mal um dia
=[
Olhem isso
ResponderExcluire fiquem triste como eu fiquei
http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=57249452&tid=5376064577920981005&start=1
Vinicius nunca foi plural porra nenhuma, a mascara dele caiu, e a dos petianos tambem.
ResponderExcluirRealmente concordo com a maior parte das observações.
ResponderExcluirA atitude do Vinicius foi vergonhosa; temos que respeitar nossos convidados, como pessoas e como pesquisadores.
Farei minhas as palavras de Marx comparando Aristóteles, que ele chama de gigante, e Say, que ele chama de anão.
Falando de Oreiro e de Vinicius, adivinha quem é o gigante e quem é o anão?????????
Será que são profissionais críticos como o coordenador Vinicius que o Departamento de Economia da UFES quer formar?
ResponderExcluirPreocupante isto.
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirOH meu Deus..... Será que consigo me formar ou o curso de economia/UFES não mais será reconhecido pelo MEC? KKKK.
ResponderExcluirO que me deixa feliz é saber que apesar de tudo ainda temos bons professores. Por isso sou a favor que a Angela não se aposente, por exemplo.
Po, e Vicente x Oreiro??? Essa é um tipo de situação DAVID x GOLIAS onde o gigante ganhou de lavada....
Bem, normal...
B. B. G.
Mas considerando a situação atual do curso de economia da UFES, ele vai formar sim muitos profissionais críticos...
ResponderExcluirMas não críticos no sentido de ter capacidade de análisar e criticar, mas no sentido de exigir cuidados especiais, pois sai de lá tão precario na formação, que quase precisa ir para a UTI. Basta olhar o Vinicius.
E indo na mesma linha do Alain, usarei Marx para explicar porque os calouros ficam tão encantados com certos professores e alguns petianos.
Marx, quando quer ridicularizar John Stuart Mill como o maior economista burguês do seu tempo, afirma que nas planícies, pequenas colinas parecem grandes montanhas.
E aí, podemos entender porque estes mesmos professores só querem dar aula para os primeiros períodos.
Os motivos são dois.
Primeiro, alunos novatos são mais fáceis de influenciar, mesmo que alguns tenham forte opinião propria.
Segundo, alunos finalistas tem dúvidas mais complexas sobre economia. Só que estas dúvidas são complexas demais para estes professores, e eles não saberiam responder.
Melhor então ficar com os calouros, que qualquer coisa que é dito, eles aceitam mais facilmente.
Eles querem ficar na imensa planície dos calouros, porque lá, qualquer pedregulho parece uma cordilheira.
Professor Vinícius Vieira Pereira:
ResponderExcluirhttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=W9339548
Professor José Luís da Costa Oreiro:
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4798914A5
Auto-explicativo.
O que é formação complementar em Gerência Eficaz na Panificação?
ResponderExcluirE onde ele fez graduação?
E eu não encontrei no curriculum do Oreiro nenhum curso de "Gerência Eficaz na Panificação", nem de churrasquinho de gato, carrinho de pipoca ou de churros.
ResponderExcluirEste Oreiro não tem mesmo preparo para estes novos tempos de economia informal no Brasil.
Dada a formação da UFES, estes são os conhecimentos que o aluno da UFES deve ter para trabalhar.
Agora eu sei como alguns aprenderam a fazer uso de "massa" de manobra, pois conhecem bem como gerenciar as "massas" das padarias...
Caraiiii veii!
ResponderExcluir"Agora eu sei como alguns aprenderam a fazer uso de "massa" de manobra, pois conhecem bem como gerenciar as "massas" das padarias...
Chorei de rir aki. Bem q o vinicios podia dar essa materia aqui no curso (seria a unica chance desse povo nao passar fome).
uhaauhahauhauahuauhah
O currículo do tal Vinícius é de uma pobreza acadêmica ímpar, ainda mais sendo coordenador de uma univ. federal. Tenho pena de vcs.
ResponderExcluirKKKKKKKKKKKKKKKK
ResponderExcluirTo com pena do nosso futuro!
Nem massa de pão eu aprendi no curso.
Eu só aprendí Massa Atômica em química quando fiz vestibular... mas já esqueci...
ResponderExcluirAndré G. Ferreira
que vergonha! um professor da universidade pública armando barraco e sem fundamentação até mesmo teórica para tanto. Percebe-se aí o nível do sujeito. Pelo que se pode ver no curriculo da figura é que entendemos o motivo de ter necessitado recorrer à justiça para conseguir a vaga na universidade. Teve que entrar à força. Caso contrário estaria do lado de fora até hoje, pois não tem condições de ser professor, nem pela capacidade e muito menos pelos feitos acadêmicos. Tenho compaixão dos alunos do nosso curso de economia. Não usem o Vinicius como exemplo. Sejam melhores.
ResponderExcluirE como não poderia deixar de comentar. Que curso ridículo é esse de 'Gerência Eficaz na Panificação'? Isso é curso de socialista xiita? Essa é a formação do coordenador do curso de economia? O cara é padeiro...