Meus caros, para os que tentam estudar o mercado de bens simbólicos (ou culturais, tudo bem), se enfrenta sempre a carência de bancos de dados que reflitam a realidade brasileira - mas não é um mal só nosso não. Em geral, e por questões óbvias, se concentraram primeiramente nos mapeamentos sociais e demográficos.
Esse convite, que chegou a mim pelas SECULT, me pareceu muito interessante. Pode gerar uma discussão proveitosa num ambiente propício: o Museu.
Abraços
Érico